17 de outubro de 2013

Vai acontecer em Sines ... Teatro do Mar




TEATRO DO MAR ESTREIA

"A MAGIA DAS ÁGUAS" de José Facury
Adaptação e Encenação de Julieta Aurora Santos
Teatro para Todos


19 de Outubro, Sábado | 16h00 horas | Pátio das Artes, Sines.

Outras Sessões | "O Teatro vai ao Bairro"

20 de Outubro, Domingo

Bairro da Floresta | 11:00 horas
Bairro 1º de Maio | 16:00 horas

26 de Outubro, Sábado

Jardim das Descobertas | 11:00 horas
Largo do Castelo | 16:00 horas



Vai acontecer no Centro Cultural Emmerico Nunes






"A acção dos poderes nas escalas local e regional" é o tema proposto para este VI Encontro de História, embora exista uma mesa reservada a “tema livre”

À semelhança dos anos anteriores, o VI Encontro de História do Alentejo Litoral, após o espaço de conferências, distribuir-se-á pelas seguintes mesas: Da Pré-História ao Romano, Época Medieval e Moderna, Época Contemporâneo, Património e mesa de Tema Livre.

Como já anteriormente destacámos, os Encontros resultam na publicação de um Livro de Actas onde são publicadas as comunicações apresentadas de forma a preservar, incentivar e dignificar o estudo e a investigação.

Programa em CCEN

Clube de Informática


8 de outubro de 2013

José Saramago recebeu o Prémio Nobel da Literatura há 15 anos


 Carlos Gustavo da Suécia entrega o Prémio a Saramago
Foto "FLT-PICA


A 8 de outubro de 1998, José Saramago (1922-2010) tornou-se o primeiro autor de língua portuguesa a ser galardoado com o Prémio Nobel de Literatura, o qual lhe foi entregue  a 7 de dezembro desse mesmo ano, em Estocolmo, pelo rei Carlos Gustavo da Suécia.

Segundo a Academia Sueca, responsável pela atribuição do Prémio, José Saramago recebe-o por uma obra "…cujas parábolas, respaldadas por imaginação, piedade e ironia, nos permitem apreender de forma contínua uma realidade ilusória".
 
 
José Saramago  deixou uma vasta obra literária, da poesia à prosa, passando pelo conto e pelas obras para teatro:
 
ROMANCE
 
Terra do Pecado (1947),
Manual de Pintura e Caligrafia (1977),
Levantado do Chão (1980),
Memorial do Convento (1982),
O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984),
A Jangada de Pedra (1986),
História do Cerco de Lisboa (1989),
O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991),
Ensaio Sobre a Cegueira (1995),
Todos os Nomes (1997),
A Caverna (2000),
O Homem Duplicado (2002),
Ensaio Sobre a Lucidez (2004),
As Intermitências da Morte (2005),
A Viagem do Elefante (2008),
Caim (2009),
Clarabóia (2011).
 
POESIA
 
Os Poemas Possíveis (1966),
Provavelmente Alegria (1970),
O Ano de 1993 (1975).
 
VIAGENS
 
Viagem a Portugal (1983).
 
PEÇAS TEATRAIS
 
A Noite (1979),
Que Farei com Este Livro? (1980),
A Segunda Vida de Francisco de Assis (1987),
In Nomine Dei (1993),
Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido (2005).
 
CONTOS
 
Objecto Quase (1978),
Poética dos Cinco Sentidos - O Ouvido (1979),
O Conto da Ilha Desconhecida (1997).
 
CRÓNICAS/ENSAIOS
 
A Estátua e a Pedra (1966),  
Deste Mundo e do Outro (1971),
A Bagagem do Viajante (1973),
As Opiniões que o DL Teve (1974),
Os Apontamentos (1977),
Folhas Políticas – 1976-1998 (1999),
Discursos de Estocolmo (1999),
O Caderno (2009)
O Caderno 2 (2010)
Democracia y Universidad (2010)
 
LITERATURA INFANTIL
 
 A Maior Flor do Mundo (2002).
 
DIÁRIO E MEMÓRIAS
 
Cadernos de Lanzarote I (1994),
Cadernos de Lanzarote II (1995),
Cadernos de Lanzarote III (1996),
Cadernos de Lanzarote IV (1997),
Cadernos de Lanzarote V (1998),

As Pequenas Memórias (2006).
 
 
 
 
 
 
 

1 de outubro de 2013

Vai acontecer na livraria A das Artes


Agora, na biblioteca



Sinopse

"Retrata a história de um menino de seis anos chamado Zezé, que pertencia a uma família muito pobre e muito numerosa. Zezé tinha muitos irmãos, a sua mãe trabalhava numa fábrica, o pai estava desempregado, e como tal passavam por muitas dificuldades, pelo que eram as irmãs mais velhas que tomavam conta dos mais novos; por sua vez, Zezé tomava conta do seu irmãozinho mais novo, Luís.

Ao longo da história vão acontecendo vários episódios na vida deste menino, uns mais alegres, outros mais tristes, que nos transmitem uma grande lição de vida e do modo como agir perante diversas situações, pois apesar de ter apenas cinco anos, Zezé já tinha atitudes que qualquer criança comum nunca teria, fazendo-nos então pensar um pouco à cerca de nós mesmos e das nossas atitudes perante determinadas situações."

Agora também já pode ser lida na nossa Biblioteca

 
 
 
 
 "Courrier Internacional é uma revista ambiciosa que tem por objetivo satisfazer um público exigente e informado em busca do que é diferente. Apresenta uma seleção dos melhores textos jornalísticos publicados na Imprensa estrangeira. Contém artigos e reportagens, profusamente ilustrados, que correspondem a um modo muito peculiar de observar a atualidade e de olhar o mundo em que vivemos."
 
 
 
 
 

28 de setembro de 2013

27 de setembro de 2013

BibMenu


           " O que é ISTO?" perguntavam os alunos....




... é mais um meio de DIVULGAÇÃO do que vai acontecer de importante, na nossa biblioteca, mas também na cidade e, por vezes, no país.




24 de setembro de 2013

Um poema de Carlos Queiroz






Biblioteca
 (inédito)


Venho da vida, livros.
(Perdoai-me este humor!)
É como se trouxesse
Outra pele, outra cor. 



O que eu vi, não se conta.
Pode sujar o ar.
Basta o esforço que fiz
De ver e disfarçar!


Foi mais um dia, foi.
E amanhã voltarei.
E como na legenda:
Morto o rei, viva o rei.


Mas por hoje, ahl por hoje,
Lavai-me estas memórias,
Varrei-me estas imagens,
Livros, contai-me histórias!


Avalanches de páginas,
Catadupas de folhas
Desabem sobre mim!
— Oh! mas porque me olhas


Assim, fria brancura
Do papel em que escrevo?
O que tu me perguntas
A contar não me atrevo.


Desabem sobre ti,
Folha branca, as estantes!
Livros, livros e livros
Abertos, como dantes.


A insónia era longa,
A Poesia não vinha...
E eu lia, lia, lia
Até de manhãzinha.


Esta noite, a insónia
É do mesmo tamanho,
Mas é outra a razão;
Venho da vida. — Venho


Assim desfigurado.
(Outra pele, outra cor)
Venho da vida, livros.
— Perdoai-me este humor!



Carlos Queiroz

13 de setembro de 2013

Publicação do Despacho n.º24 483/2002 (2.ª série), de 16 de novembro de 2002


"Atendendo ao exposto, é justa a proposta do conselho executivo da Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico de Sines, após obtida a concordância da Câmara Municipal, no sentido de atribuir o nome Poeta Al Berto àquele estabelecimento de ensino.

Assim, preenchidos que estão os requisitos e demais formalidades previstos no Decreto-Lei 387/90, de 10 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei 314/97, de 15 de Novembro, determino que a Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico de Sines passe a denominar-se Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico Poeta Al Berto, Sines. 15 de Outubro de 2002. — O Secretário de Estado da Administração Educativa, Abílio Manuel Pinto Rodrigues de Almeida Morgado" Extracto do Diário da República original (PDF)

Atribuição do nome "Poeta Al Berto" à escola secundária de Sines (23 novembro 2001)

 









12 de setembro de 2013

Vida e Obra



Al Berto, pseudónimo de Alberto Raposo Pidwell Tavares, nasceu em Coimbra em 1948, e passa a sua infância a adolescência em Sines. Exila-se em Bruxelas durante os anos da Guerra Colonial onde prossegue os seus estudos nas Belas Artes. Regressa a Portugal em 1975, após o 25 de Abril.


Em 1970 abandona definitivamente a Pintura, muito embora subsista o interesse pelas Artes Gráficas e pela Fotografia.
Começa a publicar com regularidade nos finais da década de 70: "Mar de Leva" (1976), sete textos dedicados à Vila de Sines; "À Procura do Vento num Jardim d' Agosto" (1977); "Trabalhos do Olhar" (1982); "Salsugem" (1984); "Uma Existência de Papel" (1985).
Todos estes títulos de poesia são reunidos em 1987 sob uma única publicação "O Medo" que lhe granjeou o Prémio PEN-Clube de Poesia. Em 1988 envereda pela prosa com "Lunário" e, mais tarde, em 1993, publica "O Anjo Mudo".
Em 1991, "A Secreta Vida das Imagens", inspira-se na obra de artistas clássicos e contemporâneos, nacionais e estrangeiros: Giotto, Van Gogh, Chagall, Andy Warhol, Mário Cesariny, Cabrita Reis, Ilda David. Em 1995, publica o seu mais recente livro de poesia, "Luminoso Afogado".

O reconhecimento público da sua vasta obra culminou em 1992 com a atribuição por parte de Sua Excelência o Presidente da República do grau Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, no dia 10 de Junho, Dia de Portugal e das Comunidades.
Exerceu ainda funções de Animador Cultural da Câmara Municipal de Sines e Director do Centro Cultural Emmerico Nunes.
Foi convidado por várias vezes para representar oficialmente Portugal em manifestações de divulgação da Cultura Portuguesa: Belles Etrangères, Europe à livre ouvert, Le Portugal à Bordeaux, em França, e Europália 91, na Bélgica.

Foi-lhe concedida Medalha de Mérito Municipal, em 1995, não só pelo trabalho de inovação prestado à Cultura Portuguesa mas, também, à nossa terra (Sines), pelo superior desempenho de um nosso conterrâneo numa área cujo sucesso e notoriedade são demasiadas vezes glórias póstumas de um futurismo incompreendido.
O Poeta leu excertos da sua obra poética na altura da entrega da medalha.

Publica o seu último livro "Horto de Incêndios" em Março de 1997.

Faleceu em Lisboa a 13 de Junho de 1997.

GIRP / C.M.S. Obra: Poesia À Procura do Vento num Jardim d'Agosto. Lisboa: 1977. Meu Fruto de Morder, Todas as Horas. Lisboa: 1980. Trabalhos do Olhar. Lisboa: Contexto, 1982. O Último Habitante. Lisboa, 1983. Salsugem. Lisboa: Contexto, 1984. A Seguir o Deserto. Lisboa: & etc., 1984. Três Cartas da Memória das Índias. Lisboa: 1985. Uma Existência de Papel. Porto: Gota d'Água, 1985. O Medo (Trabalho Poético 1974-1986). Lisboa: Contexto, 1987. O Livro dos Regressos. Lisboa: Frenesi, 1989. A Secreta Vida das Imagens. Lisboa: Contexto, 1991. Canto do Amigo Morto. Lisboa: 1991. O Medo (Trabalho Poético 1974-1990). Lisboa: Contexto, 1991. Luminoso Afogado. Lisboa: Salamandra / Casa Fernando Pessoa, 1995. Horto de Incêndio. Lisboa: Assírio & Alvim, 1997. O Medo. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998. Prosa Lunário. Lisboa: Contexto, 1988. O Anjo Mudo. Lisboa: Contexto, 1993. Diários

Diários. Lisboa. Assírio & Alvim, 2012 (edição e apresentação Golgona Anghel)

Traduções: Castelhano Doce señales. Trad. Adolfo Navas. Madrid: Cuaderno de Poesía Portuguesa, 1989. Una Existencia de Papel. Trad. Ángel Campos Pámpano. Valencia: Pre-Textos, 1993. La secreta vida de las imágenes. Trad. José Luis Puerto, Amarú Ediciones, 1997. Francês Voyage d'un Portugais avec un stylo en Cévennes. (Viagem de um Português com uma Caneta nas Cévennes). In Les itinéraires littéraires en Corèze. Ed. Jacques Brémond, 1989. Chant de l'ami mort /Canto do Amigo Morto (ed. bil.). Lisboa: Europália, 1991. La peur et les signes (anthologie). Trad. Michel Chandeigne. Bordeaux: L'Escampette, 1993. La secrete vie des images. Trad. Jean-Pierre Leger. Bordeaux: L'Escampette, 1996. Inglês (A Secreta Vida das Imagens). Trad. Richard Zenith. Dublin: Mermaid Turbulence, 1997 Italiano Lavori dello sguardo. Trad. Carlo Vittorio Cattaneo. Roma: Florida, 1985.


30 de maio de 2013

Semana da Leitura


Semana da Leitura


Semana da leitura


Exposição na biblioteca dos contos elaborados

Semana da Leitura


Momento de atuação dos alunos da Escola de Artes
Integrado na Semana da Leitura da Escola Secundária Poeta Al Berto, realizou-se no dia 22 de Maio (Dia do Autor Português), no Centro de Artes de Sines, um espetáculo que incluiu a leitura expressiva de trabalhos elaborados pelos alunos, dramatização de um conto e momentos musicais. A atividade, dinamizada pelas bibliotecas escolares e pelos grupos de português da escola Básica Vasco da Gama e escola Secundária Poeta Al Berto, contou com a colaboração dos alunos do clube de teatro da escola Básica, dos alunos vencedores dos concursos literários (Scriptorium e Conta um Conto) das duas escolas e os alunos da escola de Artes de Sines. O concurso teve como tema O Mar.



Leitura de um conto vencedor

20 de maio de 2013

Escrita Criativa



O  AMOR
Quando a palavra se libertou, correu, correu, correu.
Fugiu da folha e nunca mais voltou.
Podia ter poucas letras mas era destemida!
Ela era muito importante para muitos, tinha um grande significado.
Fazia pessoas tristes, fazia pessoas felizes.
Essa simples palavra tinha um grande poder, um poder indestrutível.
Ela fugiu para espalhá-lo entre as pessoas e acabar com o sofrimento.
No livro, já não fazia falta, deixou as suas irmãs para trás deixou a sua quadra deixou de a servir.
Fugiu para a rua, pairando no ar cada vez que uma pessoa a via, punha-se a pensar.
Essa palavra mudou o mundo e fez um mundo melhor.
Com essa palavra AMOR, o mundo ficou melhor.
O amor materno é o mais poderoso.
A palavra pequena com um grande significado, pairou no ar até ir parar a outro livro.
Esse livro foi oferecido de um filho para uma mãe.
Quando a mãe viu essa palavra, só o filho, ela quis abraçar.








André Gonçalves Plácido Nº 3 8º B
                                                                                          

8 de maio de 2013

Concurso "Conta um Conto"





 


Foi dinamizado um concurso - Conta um Conto - subordinado ao tema “O Mar” para as turmas do Ensino Básico/CEF, na disciplina de Português, em colaboração com a Biblioteca Escolar. Esta atividade foi realizada em parceria com a Escola Básica Vasco da Gama.

Primeiramente, foi elaborado um regulamento, que foi, posteriormente, divulgado nas turmas. Os professores de Português promoveram a atividade e motivaram os alunos para o tema e escrita do conto que ocorreu na aula.

Este foi um processo faseado, todos os alunos das turmas envolvidas participaram, os contos foram corrigidos, após o que foram lidos e selecionados dois, por turma, pelos próprios alunos.

Dando sequência ao processo, os contos selecionados foram submetidos à apreciação de um júri, que deliberou sobre os mesmos. Assim, foram distinguidos os seguintes contos:

7º Ano - “A Mudança do Mar“ - Mariana Almeida, nº 20, 7º A (Professora Noélia Carrasquinho)

8º Ano – “Uma Ilha Memorável” – Diogo Amaral, nº 15, 8º C (Professora Iolanda Menezes)

9º Ano – “Depois do Mar” – Marta Vaz, nº 13, 9º A (Professora Dulce Negalho)

CEF 2 J2 – “Ilha Fantasma”, Bruno Matos, nº1 (Professora Noélia Carrasquinho)

Os contos premiados serão expostos durante a Semana da Leitura, de 20 a 24 de maio, na Biblioteca Escolar.

No dia 22 de maio, Dia do Autor Português, a partir das 10 h, as turmas vencedoras irão encontrar-se no Centro de Artes de Sines com as turmas vencedoras da Escola Vasco da Gama. Realizar-se-á um espetáculo que englobará teatro, música e leitura expressiva dos contos.
Os alunos vencedores serão distinguidos com um certificado e. outras lembranças






16 de abril de 2013

“Olhares sobre Expressões”



Exposição Olhares sobre Expressões na disciplina de Desenho A


Elaborado por  André do Ó - aluno do 12º ano, turma C

 

13 de dezembro de 2012

Semana da Escola


No âmbito da Semana da Escola a Biblioteca Escolar dinamizou e participou em várias atividades:

    FEIRA DO LIVRO
  • de 22 a 30 de novembro decorreu a feira do livro com a participação da livraria À das Artes e do Grupo Leya . Foi mais uma ocasião para incentivar os alunos à leitura através do contacto com diversos tipos de livros, tendo o número de aquisições sido bastante positivo.




    ENTREGA DE DIPLOMAS
  • No dia 19 de novembro, durante a cerimónia de inauguração da sala "Os dias sem ninguém", as alunas Inês Borba e Joana Frija receberam os diplomas correspondentes ao 1º lugar do concurso de escrita criativa, na modalidade de conto e poesia respetivamente, dinamizado pela Biblioteca no ano letivo anterior.

    AVENTURA NA ESCOLA
  • No dia 20 de novembro a Biblioteca participou na atividade Aventura na Escola com a estação "Segredo dos Livros". A participação de 44 equipas em 50 possíveis é o indicador muito positivo do interesse dos alunos, tendo estes no final da atividade ficado a conhecer melhor funcionamento da Biblioteca.




OUTROS OLHARES SOBRE AL BERTO
  • A encerrar com chave de ouro a semana da escola, realizou-se a atividade "Outros olhares sobre Al Berto" - um painel em que alguns amigos deram a conhecer outras facetas do Poeta. Esta sessão contou com a presença de familiares do patrono da nossa escola, nomeadamente a irmã e a sobrinha. O aluno Filipe Amaro leu um excerto do mais recente livro editado "Diários". A todos que contribuíram para a realização desta sessão o nosso muito obrigado.

8 de novembro de 2012

Concurso Literário - Conta Um Conto

Dinamizado pelo grupo 300 da Escola Secundária Poeta Al Berto e pela Biblioteca Escolar vai se realizar durante o 2º período o concurso literário Conta um Conto.



4 de maio de 2012

"25 de Abril - Novos Rumos"

Mais uma vez a biblioteca escolar assinalou o 25 de Abril com a realização de uma exposição "25 de Abril - Novos Rumos"  no espaço da biblioteca e um painel à entrada da escola sobre a figura de Salgueiro Maia.

13 de março de 2012

Sessão de Leitura




“Conta-me histórias…

daquilo que eu não li”



De 19 a 23 de Março de 2012, entre as 10h e as 10h30



Em 2012, a Biblioteca Municipal volta a marcar presença na nossa escola, com uma nova experiência narrativa.

“O conto dos contos”, in Histórias para contar consigo, encerra episódios de um povo sem terra, envolvido numa guerra sem sentido e que encontra na narração oral uma forma de superação dos seus problemas.

23 de fevereiro de 2012

Concurso de Escrita Criativa





O concurso destina-se aos alunos:

- do 3º Ciclo
- do Ensino Secundário
- dos CEFs
- do Ensino Profissional
 Atreve-te!
Consulta o Regulamento ao lado an082.gif (2411 bytes)

26 de janeiro de 2012

Amália e o Fado em fotografia



Na Biblioteca decorreu entre 9 e 17 de Janeiro a exposição “Amália e o Fado em fotografia”.
Com esta atividade a Biblioteca celebrou a decisão da Unesco que reconheceu o Fado como Património Imaterial da Humanidade.


19 de janeiro de 2012

logo
   

A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura lançam, em 2011.12, a 1ª edição do concurso Ler em Português, com o intuito de promover a utilização da Língua Portuguesa, aumentar as práticas de leitura e aprofundar a troca de experiências entre alunos e professores portugueses e norte-americanos.

Esta iniciativa conta, ainda, com a colaboração, no acompanhamento e divulgação locais, de outras entidades, designadamente a Secretaria Regional da Educação e FormaçãoRegião Autónoma dos Açores, da Secretaria Regional da Educação e CulturaRegião Autónoma da Madeira e do Instituto Camões Coordenação do Ensino de Português nos Estados Unidos da América.

Num mundo globalizado em que cada país está aberto à influência dos outros, podendo também influenciá-los, é necessário conhecer, de facto, a realidade dos diferentes povos e culturas, para que as diversas identidades se desenvolvam em harmonia, equilíbrio e com abertura ao exterior. Com este concurso, que se espera estimulante, a grande atração que a cultura norte-americana exerce sobre os jovens portugueses poderá ser compensada por um maior conhecimento da realidade cultural portuguesa pelos jovens norte-americanos, através da utilização ativa das redes que hoje nos fazem comunicar e vencer as distâncias geográficas.

Utilizada por mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo como veículo de comunicação, a Língua Portuguesa torna-se, cada vez mais, um idioma universal que importa difundir com o intuito de aproximar culturas, divulgar autores e criadores, transmitir conhecimentos, ideias, reflexões e pontos de vista diversos, sobre a realidade intelectual e a vida social.

Acreditamos que a parceria estabelecida entre a FLAD, a RBE e o PNL permitirá criar comunidades de leitores, numa perspetiva aberta e cosmopolita, tendo como base a construção de uma cidadania responsável e plural, consciente dos matizes culturais que interagem no quotidiano das sociedades do século XXI.

________________________________________

Mais informações ou esclarecimentos sobre o concurso Ler em Português podem ser solicitadas, por correio eletrónico, para info@lerportugues.net.

ver Link: an082.gif (2411 bytes)     Plano Nacional Leitura

Testemunhos Deslumbrantes de Leitura






“fala de uma criança com a alma torcida pela fé. torcida e iluminada, como quem acredita que é santo e que é inegável que nada é casual. que a vida não se vive sem um gesto atento dos enviados de deus. este livro fala-nos do benjamin que vê o desenrolar trágico da sua aldeia e sente que os seus olhos, gestos, vontades e desejos têm um poder nunca antes sequer imaginado nas mais torcidas lendas religiosas. e benjamin quase podia ter sido uma criança normal se não acreditasse neste seu poder de escrever a história sempre trágica. o benjamin é a "criança mais triste do mundo" sobretudo porque é uma criança que ama desmesuradamente todas as pessoas de quem não pode acreditar infinitamente na salvação. a sua mãe, a sua tia pecadora, a professora que conversa com ele em cima do telhado da escola, a germana que desenha corações na praia onde cabem os dois lá dentro, o manel, melhor amigo, santo como benjamin, filho da primeira de muitas tristezas. é um livro triste sim, mas um livro sobre o poder que temos sobre as vidas uns dos outros, sobre o modo como temos todos os braços entrelaçados e tomamos conta das mãos uns dos outros. mais uma vez o valter ensina-nos a existir, a perceber, a "guardar tudo no peito e começar a perceber".

Esta escrita é vento, magia, uma tempestade. um sobressalto a cada palavra. uma verdade a cada final de frase.


o valter é muito grande. este livro é muito grande. é escuridão e uma salvação intrínseca. e chegar aí é, claro e sempre, muito raro.


12 de janeiro de 2012

Exposição no Centro de Artes: "Anne Frank: Uma história para hoje"

Biblioteca do Centro de Artes, de 23 de janeiro a 10 de fevereiro.
Para o público em geral.
Visitas guiadas para as escolas, mediante marcação.
Exposição inserida no projeto “Aprender Direitos Humanos: Passado e Presente”, coordenado pela INTERCULTURAL (Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti e Universidade do Porto), em parceria com a Anne Frank House, Amnistia Internacional Portugal e Instituto Paulo Freire Portugal, e com o apoio das Embaixadas do Reino dos Países Baixos e de Israel.



Lembrando o dia 27 de janeiro como o Dia da Memória das Vítimas do Holocausto, e aproveitando que uma parte significativa dos alunos está a ler a obra “O Diário de Anne Frank”, a Biblioteca traz a Sines a exposição “Anne Frank: uma história para hoje”, criada originalmente pela Anne Frank House. Esta exposição apresenta-se como um instrumento educativo, com o objetivo de manter viva a memória de Anne Frank, cujo diário a transformou no símbolo das vítimas de todas as formas de discriminação e opressão, e de informar sobre o período no qual o regime Nazi esteve no poder. A história é contada através da perspetiva da família Frank e é relacionada com a história do Holocausto a partir do relato de sobreviventes. Contém ainda diversos elementos que desafiam a pensar sobre as semelhanças e diferenças entre aqueles eventos do passado e acontecimentos no mundo atual, com o objetivo de estimular a reflexão sobre a importância de conceitos como a liberdade, respeito mútuo, direitos humanos e democracia. Acrescenta-se a importância, para os dias atuais, da consciencialização quanto à necessidade de uma cidadania participativa para a preservação da liberdade e dos direitos humanos, bases fundamentais para a existência de sociedades plurais e democráticas.

13 de dezembro de 2011

Testemunhos Deslumbrantes de Leitura


Luke é um rapaz de catorze anos, que tem o dom extraordinário de ouvir a música do universo. Cada ser, cada pessoa, cada árvore, cada pedra, entoam a sua melodia própria e única, e Luke sabe ouvi-las. O seu talento para a música, para o piano, toca a genialidade, como acontecia com o pai, mas o vazio e a revolta que o súbito desaparecimento deste lhe deixou são difíceis de ultrapassar e quase o levam a percorrer os caminhos da marginalidade. Para conseguir sobreviver à imensa pressão que o líder do bando delinquente a que se juntou exerce sobre ele, Luke vê-se forçado a assaltar a mansão de uma viúva rica, mas o que vem a descobrir no interior daquela casa misteriosa é algo de profundamente aterrador e belo, algo que mudará para sempre a sua vida.

8 de novembro de 2011

Palavras Soltas

La profunda noche.gif (40466 bytes)
Com este espaço pretende-se dar lugar à livre expressão textual, publicando regularmente textos produzidos pelos nossos alunos.
As Minhas Memórias

Lembro-me como se fosse hoje, tempos em que tinha apenas quatro anos de idade, a correr pela casa, sem roupa, apenas com uma fralda de pano. Casa simples e modesta no Bairro de S. Paulo em Luanda, Angola.

Não sai da minha cabeça até aos dias de hoje. Recordo-me perfeitamente. Eu deitado numa cama de madeira que a minha irmã mais velha me deixara. Após algumas horas e alguns minutos comecei a ouvir barulhos estranhos. Levantei-me da cama sobressaltado a chorar. Era apenas uma criança de quatro anos. Não se tratava de conflitos do dia-a-dia, eram barulhos ensurdecedores que ninguém podia ouvir, quanto mais uma criança! Tratava-se da GUERRA em Angola, guerra esta exclusivamente pelo poder político. Na altura - eu recordo-me perfeitamente – tremia por todos os lados. Perguntei à minha irmã o que se estava a passar, mas ela só conseguiu dizer que eram os HOMENS MAUS, eu acreditei, é claro, mas não tinha aquela óptica da vida, até porque a idade que tinha na altura não dava para mais. A minha irmã fazia de tudo para não expor o sentimento de medo, de tristeza, que estava a cobrir o seu corpo e a sua mente, no entanto fazia-se de forte na minha presença, mas não conseguiu disfarçar aquele medo e a tristeza que cobria o seu rosto.

Esta guerra era somente para disputar o PODER, onde estes “homens maus” estavam dispostos a passar por cima de tudo e de todos, tirando a vida de pessoas inocentes sem dó nem piedade por causa de um miserável poder. Miserável sim, porque o mesmo estava a fazer com que o país se destruísse pouco a pouco, tirando mães e pais do mundo e deixando crianças órfãs, sem destino próprio e, assim, aumentando a miséria e a desgraça. A violência estava definitivamente instalada, o respeito pelas pessoas acabou, a “violência era gratuita”. Eu próprio presenciei um acto desumano e cruel, um dos homens que fazia parte das tropas envolvidas na guerra política tirou a vida de um menino, que naquela altura podia ter uns aninhos a mais que eu. Tudo isto porque o pai deste menino não quis obedecer às ordens, e como castigo mataram o seu filho bem diante dos seus olhos e de toda a população daquele bairro. Foi um choque para todos, mas para mim, poderei dizer que sofro e levo esta recordação na minha cabeça até ao dia de hoje. Ficou aqui o registo de um episódio marcante para toda a vida.
                                                               Cláudio Cacumba


11 de outubro de 2011

 
Escrito em 1940, Bichos é um clássico da literatura portuguesa. O grande escritor português - também poeta, teatrólogo, contista e memorialista - Miguel Torga, inventa um mundo de bichos humanizados.
São catorze contos, onde o mistério da vida nos aparece no seu esplendor, perfilando bicho, homem e natureza numa comunhão fraternal, em que todas as peças são necessárias ao puzzle da vida.
Bichos é, também, o retrato fiel do viver trasmontano; uma vida de suor e lágrimas, por entre escolhos e lobos, mas sempre repleta daquela alegria que só o sofrimento pode justificar: a alegria de ser, de viver em comunhão total coma natureza, em fusão permanente com os elementos.
Miguel Torga fez desta obra um testemunho impar da união natural entre os Homens e os Bichos – a simbiose da vida. No meio dos dois, a terra, o traço que lhes dá vida. No trabalho, nas paixões e nas dores, os bichos compartilham com os homens as esperanças e as desgraças.
Amizade, traição, amor, ódio e ambição desfilam pelo livro, sendo tratados como uma lição essencial de vida.
"Publicado originalmente em 1954, O Deus das Moscas de William Golding é um dos mais perturbadores e aclamados romances da actualidade.




Um avião despenha-se numa ilha deserta, e os únicos sobreviventes são um grupo de rapazes. Inicialmente, desfrutando da liberdade total e festejando a ausência de adultos, unem forças, cooperando na procura de alimentos, na construção de abrigos e na manutenção de sinais de fogo. A supervisioná-los está Ralph, um jovem ponderado, e o seu amigo gorducho e esperto, Piggy. Apesar de Ralph tentar impor a ordem e delegar responsabilidades, muitos dos rapazes preferem celebrar a ausência de adultos nadando, brincando ou caçando a grande população de porcos selvagens que habita a ilha. O mais feroz adversário de Ralph é Jack, o líder dos caçadores, que consegue arrastar consigo a maioria dos rapazes. No entanto, à medida que o tempo passa, o frágil sentido de ordem desmorona-se. Os seus medos alcançam um significado sinistro e primitivo, até Ralph descobrir que ele e Piggy se tornaram nos alvos de caça dos restantes rapazes, embriagados pela sensação aparente de poder."