22 de dezembro de 2015

8 de dezembro de 2015

Levou-me um livro em viagem!


Para tornar a visita à feira do livro mais motivante e  atrativa, a equipa da BE construiu um jogo sobre livros e  autores de forma a  promover a leitura em voz alta e  a partilha de  livros.

Assim, as turmas do 7.º ano acompanhadas do respetivo professor de português animaram a BE ... leram... apresentaram livros e divertiram-se! 








Feira do Livro 2015


A biblioteca escolar realizou de 19 a 27 de novembro mais uma edição da feira do Livro.

Esta atividade integrada nas comemorações do dia da escola, apresentou uma amostra significativa de livros, contemplando as diversas faixas etárias.

Destaca-se a participação dos alunos, dos docentes e assistentes da escola. Apesar do cartaz exterior que indicava a iniciativa, registou-se, de novo, a fraca participação dos pais e encarregados de educação.
 



4 de dezembro de 2015

Olhares sobre Al Berto


Após a sessão de leitura e representação gráfica, todas as ilustrações realizadas pelos alunos (uma para cada texto lido) foram expostas na escola. 

3 de dezembro de 2015

Olhares sobre Al Berto


Este ano foi diferente, mas foi lindo!!! 

A Cristina Fernandes leu.... os alunos desenharam... e eu... registei e apreciei o momento. 


A primeira leitura...



2 de dezembro de 2015

Meu caro João Soares


     Ao  contrário das correntes sociais (li isto algures), não recebo o seu nome para ministro da Cultura com maus olhos. Sei o trabalho que fez na Câmara Municipal e sei que foi um ótimo vereador da Cultura. Conhecendo o seu trabalho e inclinações, venho por este meio trazer um empenho. Bem sei que ainda mal se sentou na cadeira e será cedo para empenhos. Antes que seja inundado com pedidos e convites, com projetos e ideias, com... enfim... empenhos, apresento o meu. É para alguns amigos e para outros que nunca conheci. É para essa coisa vaga e desaparecida que dá pelo nome de Literatura. E que foi abandonada, nos últimos anos, a outra coisa menos vaga que se chama mercado. Passo ao assunto.  Toda a gente em Portugal diz defender o património, e quando se diz isto imaginam-se capelas e igrejas a cair, muros derrubados, fortalezas perdidas. Nunca, ninguém, se lembra do património literário. E como os escritores raramente se põem na fila dos empenhos, e são os mais silenciosos dos “agentes culturais”, sobretudo os escritores mortos, venho por este meio recordar que temos um património literário. E uma porção de grandes escritores mortos ou enterrados vivos no esquecimento. Esqueça os “jovens”, os jovens defendem-se bem, têm prémios que ganham antes de saberem distinguir um adjetivo de um substantivo, têm a atenção das editoras que procuram o sabor do mês. Têm o Facebook. Pense nos velhos.
     Comecemos por esse velho intelectual chamado Jorge de Sena. Um conselho: dê atenção ao espólio, o que se passa, o que há para salvaguardar. Há gente competente que sabe disto. Passo a Mário Cesariny de Vasconcelos. Convinha dar-lhe ao menos uma lápide funerária em homenagem em vez da tumba comum ou sonhos de mausoléu. Convinha, tanto neste caso como no outro, que existisse orçamento para uma coisa chamada Imprensa Nacional a funcionar como editora de referência dos clássicos portugueses. Uma editora que se ocupe de publicar ou republicar a obra completa de nomes como Vitorino Nemésio, David Mourão-Ferreira, Cesariny, Natália Correia, Alexandre O’Neill, Augusto Abelaira, Al Berto, etc., etc. E o Sena. E muitos, muitos mais. Deixei de fora o José Cardoso Pires, a Sophia, o Herberto, o Virgílio Ferreira e a Agustina Bessa Luís que foram (re)tomados pelas editoras no mercado. Honra lhes seja feita. O pior é que sem uma ação concertada de divulgação e promoção nada se sabe e as obras reeditadas e os escritores correm o risco de ser ignorados pelos leitores. Dou sugestões. Um site deste património (custa dinheiro) que o unifique com sentido crítico e de escolha e o torne disponível com contribuições de outros escritores que escrevam sobre os mestres. Usar as correntes sociais. Usar a rádio e a televisão públicas. Peço-lhe que dê atenção a um projeto chamado Voz, feito por um dos atuais administradores da RTP quando ainda não o era, e que ajudei a patrocinar quando estive na Casa Fernando Pessoa. O Voz tornou a poesia um fragmento de beleza e de humor, totalmente acessível ao grande público e partilhável. Ainda não havia internet como fenómeno totalitário de comunicação e a televisão pública deu àquilo uma atenção mínima, para variar. Reponha a poesia e a prosa no metro, no autocarro, no elétrico, ponha-a a esvoaçar por aí, não custa muito dinheiro, e os seus colegas dos Transportes poderão ser sensíveis a um verso camoniano, à Lisboa de Cesário, ao Douro de Agustina ou aos pobres de Raul Brandão, incluídos na dieta suburbana. Entre Lisboa e o Senhor Roubado pode ser que alguém preste atenção a uma quadra de soneto. Pode ser que a palavra escrita volte a ocupar o lugar donde foi escorraçada pela “mensagem” rápida. Pode ser que a palavra escrita pelos mestres volte a instalar-se nas nossas cabeças e nos nossos corações e nos obrigue a levantar os olhos do telemóvel. Que nos desperte do sono da estupidez. Pode ser.
     Fale com os colegas da Educação. Eu sei que a ciência se tornou o chuchu e concordo. Mas a literatura é parte substantiva e estruturante (adoro esta palavra) da nossa identidade, da nossa memória, da nossa História. Não deixem o Camilo ser atirado para o lixo. Os programas obrigatórios não fazem nada pela literatura, ajudam a destruí-la. Dizem os miúdos: “Lá tenho que ler a chatice de «Os Maias»”. Passem a Literatura para os cursos superiores, transversal a todos os cursos, uma opção dos alunos, e tornem-na uma disciplina atraente, elegante, com um programa atraente. Um plus curricular. Convidem os escritores a falar regularmente nas universidades, inaugurem um programa de leituras e, por favor, subtraiam a Literatura, o poder extraordinário da frase, ao cientismo académico. Não deixem um parágrafo do Mário de Carvalho ser atropelado pelo estruturalismo. Como dizia o João Ubaldo Ribeiro, os escritores trabalham por “preço simbólico”. Gente mais barata não há. Ideias não faltarão. Pense nisso.

Atentamente,



Clara Ferreira Alves , E (Revista do Expresso), edição 2248 de 28 de novembro de 2015

7 de novembro de 2015

Resultados da atividade "Conhecer a BE"

Nos dias 26 e 27, as quatro turmas do 7.º ano participaram na atividade proposta pela biblioteca escolar.
Para  conhecerem um pouco melhor a biblioteca, os alunos tinham como tarefa responder a um questionário de 20 perguntas.  Os alunos constituíram grupos e através dum tablet acederam ao blogue da biblioteca onde estava publicado o link do questionário " Conhecer A BE da ESPAB".



Os vencedores, por turma, foram os seguintes:

7.º A - grupo constituído por Catarina Sousa, Érica Machado, Inês Camacho, Iris Moreno e Patrícia Palmeira - 17 pontos 

7.º B - grupo constituído por Ana Marta Faustino, Andreia Grosso, Liliana Pacheco, Marta Lopes e Miriam Agostinho - 18 pontos

7.º C - grupo constituído por Carolina Fernandes, Catarina Hilário, Iara pereira e Soraia Ferreira - 17 pontos
          - grupo constituído por Iara Rosa e Natacha Reis - 17 pontos

7.º D - grupo constituído por Daniel Matias, David Borges, Diogo Bolim e Mariana Garcias - 16 pontos

O questionário apresentava duas questões que permitiram avaliar o grau de dificuldade da atividade e o grau de satisfação dos alunos. 
Assim, num universo de 23 grupos o resultado foi o seguinte:


26 de outubro de 2015

Dia da Biblioteca Escolar


Integrada na comemorações do Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE), a atividade  - Bibliotablet  - destina-se aos alunos do 7.º ano. 
Durante a aula de francês (45 minutos), cada turma, dividida em grupos, desloca-se à biblioteca  acompanhada  pela respetiva professora. 
Cada grupo de alunos receberá um tablet  a fim de responder ao  quiz "Conhecer a BE da ESPAB"

Para aceder ao questionário clicar no link seguinte: 

23 de outubro de 2015

Dia da Biblioteca Escolar

Para assinalar o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE), durante a semana, será exibido o filme de animação " A menina que detestava livros". 
Com esta atividade, pretende-se que os alunos que visualizem o filme, deixem um comentário escrito num post-it que será afixado num painel.



Recursos:

 Clique na imagem do livro para aceder  ao conto. (PDF)




14 de outubro de 2015

BE e GES marcam Dia Mundial da Alimentação


Para além de assinalar o dia Mundial da Alimentação, esta atividade também integra o programa de atividades do Mês Intenacional da Biblioteca Escolar (MIBE).






17 de setembro de 2015

26 de maio de 2015

Reestruturação da colocação do "PI"

Aquando da comemoração do dia do "PI" (14-3-2015), foram colocados, na entrada da escola, alguns algarismos em cartolina que marcam o início do número PI. No entanto, com o decorrer do tempo, verificou-se que não era a melhor opção devido à queda dos mesmos.

Assim, foi feita uma reestruturação e optou-se por cola-los na parede de forma a permitir uma fixação mais permanente.

O registo fotográfico contempla as duas situações.



22 de maio de 2015

Uma adaptação do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá


"No âmbito do projeto “Todos juntos podemos ler”, realizámos várias tarefas após a leitura do livro O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado: reconto oral e resumo escrito por capítulo; desenho das personagens (animais); votação para a escolha do desenho do gato e da andorinha; desenho dos cenários; digitalização dos desenhos; modelagem das personagens com plasticina; elaboração da história em powerpoint."

Percurso desenvolvido: PDF


Gato Malhado e Andorinha Sinhá




Modelagem das personagens


Votação da imagem do gato



15 de maio de 2015

SEMANA DE EDUCAÇÃO ARTISTICA 2015 - CAS



Em 2015 o Centro de Artes de Sines volta a dedicar especial atenção àquela que é uma das suas prioridades – a Educação Artística. Seguindo os princípios da Semana da Educação Artística instituída pela UNESCO em 2012, o Centro de Artes de Sines, através do Serviço Educativo e Cultural e da Biblioteca Municipal de Sines, apresentam novamente em 2015 um leque variado de atividades que visam despertar a sociedade para a importância da arte enquanto área do conhecimento de especial importância para o desenvolvimento do ser humano.

No decurso desta semana todas as áreas de expressão e educação artística serão tratadas e
a partilha de experiências e de práticas de mediação cultural será o primordial objetivo, assim
como a valorização da arte como linguagem expressiva e forma de conhecimento que deve caminhar a par e passo com as restantes disciplinas e áreas do saber.

Todas as iniciativas são realizadas no Centro de Artes de Sines, distribuídas por vários espaços. Pretende-se, mais uma vez, envolver e chamar a participar toda a Comunidade/todos os agentes educativos com atividades variadas, ao final da tarde ou fim-de-semana, que convidam todos a prosperar e fruir com as artes.


Programa completo : aqui 

14 de maio de 2015

Tu decides... (semana dos média)


E assim decorreu a semana dos media... 

Participação das turmas no âmbito da disciplina de português: 



Ao longo da apresentação das imagens, os alunos partilharam  ideias, expressaram opiniões, fizeram comentários...




Eis alguns exemplos de comentários recolhidos sobre liberdade de expressão

"Todos temos direito a pensar pois assim podemos considerar-nos racionais e livres"
"Liberdade é poder exprimirmo-nos  sem nunca interferir com a liberdade dos outros"
"Infelizmente esta realidade  não é universal."
" É o direito que eu tenho à minha voz e a poder levar o mundo pelo caminho dela."
" Tudo tem limites, Devemos expressar a nossa opinião, não magoando o outro."
"Devemos ouvir os outros, mesmo não concordando com eles."
"Podemos não concordar, mas não temos o direito de tirar a vida a ninguém."
"Liberdade de expressão é poder dizer o que achamos correto."
"O medo condiciona/restringe a verdade."
" Se não houver liberdade absoluta, a liberdade não prevalece."
"Todos temos direito à informação pois apenas informados podemos agir de forma consciente."


Dois alunos escreveram sobre Liberdade de Imprensa/ Liberdade de Expressão

Liberdade de Imprensa

                Do meu ponto de vista, a liberdade de imprensa consiste na comunicação livre através dos média, respeitando as leis. Deve também ser aplicada corretamente, sem abusos ou censura, para que ninguém seja prejudicado ou ofendido.
                São algumas as situações em que este conceito é  abordado ou posto em causa. Por exemplo: o jornal “Charlie Hebdo ” excedeu-se no que respeita à liberdade de imprensa, criticando e gozando com a religião muçulmana através de cartoons, no entanto, nada justifica as mortes causadas pelo ataque terrorista; por outro lado, no tempo de Salazar não havia quase nenhuma liberdade de imprensa, mas sim censura. A informação, antes de ser publicada, era vista pelos censores. Estes suprimiam aquilo que o ditador não queria que aparecesse nos jornais, para que o povo não pudesse receber essa informação, o que não está correto pois sem liberdade de impressa a verdade não aparece.
Concluindo, o Homem tem o direito a informar e a ser informado, a respeitar e a ser respeitado e a ter acesso à informação e à comunicação para evoluir. Para que isto aconteça é preciso que haja liberdade de expressão e de imprensa honesta e rigorosa, sem recurso ao sensacionalismo, à discriminação e à reserva da sua vida privada.


Mariana Pinela
8.º B 

Há liberdade de expressão na imprensa?

Segundo a internet, a liberdade de imprensa pode ser definida como sendo “a capacidade de um indivíduo
de publicar e dispor de acesso a informação, através de meios de comunicação em massa, sem interferência do estado”.

Partindo deste pressuposto, a informação deveria estar disponível a qualquer indivíduo, sem qualquer interferência por parte do estado, mas é do conhecimento geral de que esta “regra” não é seguida. Há disponibilidade de informação, há uma grande base a partir da qual podem ser feitas pesquisas, mas também é certo que são ocultadas verdades. Sempre aconteceu e sempre acontecerá pela simples razão de que a imprensa é controlada. Os jornais são influenciados pelo estado, os canais televisivos também. Podemos dizer que é a censura dos tempos modernos. O estado não deixa “escapar” notícias que possam levar ao seu próprio mal, como seria de esperar, uma vez que ele controla o monopólio da impressa.
Será que há liberdade de expressão na imprensa ou não? Talvez haja, claro que ninguém impede o jornal de fazer uns quantos comentários racistas, mas há quem o impeça de publicar os gastos do estado, ou que há desvios de dinheiro.
Mesmo assim, já foram sofridas consequências pela edição e publicação de notícias racistas ou de caráter religioso.
Pessoalmente, deve haver liberdade de expressão, desde que não entre em conflito com os valores morais ou religiosos dos indivíduos, mas nunca se poderá afirmar que há plena liberdade de expressão porque a censura não acabou no tempo do Salazar, nem nunca será completamente erradicada.

João Silva

11ºC

Tu decides...


13 de maio de 2015

Comemoração do Dia da Europa



No dia 8 de maio, os alunos do 2. º ano do curso profissional técnico de gestão, no âmbito da disciplina de área de integração, estiveram na biblioteca para montar a exposição alusiva ao Dia da Europa.  A pesquisa de informação foi feita na biblioteca e para a realização dos cartazes os alunos utilizaram várias técnicas,  como desenhos, colagens, escrita...







11 de maio de 2015

Partilha de leituras por uma encarregada de educação



No dia 24 de abril, a encarregada de educação do  aluno Tomás Afonso, da turma A do 10.º ano veio à biblioteca, a convite da professora de português, Célia Alves, partilhar algumas das suas leituras.
De entre os muitos livros  que já leu, selecionou quatro: O meu Irmão de Afonso Reis Cabral; A Partida de Margarida Beregovoy; Ensaios de Amor de  Alain de Botton e Comer Orar e Amar de Elizabeth Gilbert.

Ficou claro que esta mãe gosta de ler e gosta de partilhar  a leitura com os outros ... 
Foi um momento muito importante (apesar de curto) e que deve ser repetido ... com esta mãe (que se mostrou desde já disponível) com outros pais e outras mães, com professores, com alunos... enfim com pessoas que gostem de ler e de partilhar as suas leituras. 

Fica o registo biográfico. 

7 de maio de 2015

Rádio Comercial , D.A.M.A e Vasco Palmeirim - “Às Vezes"

Para celebrar o Dia Internacional da Língua Portuguesa (5 de maio), Vasco Palmeirim convidou os D.A.M.A para se juntarem a ele numa nova versão de Às Vezes. 

É obrigatório OUVIR e LER ....  verdadeira aula de português.

5 de maio de 2015

Semana dos Média



Durante a semana realizam-se, na biblioteca, sessões de discussão sobre o tema "A liberdade de expressão". Algumas turmas do 3.º ciclo, ensino secundário e dos cursos profissionais, acompanhadas pelas professoras de português,  assistem a uma apresentação em powerpoint e comentam as imagens. 




22 de abril de 2015

Os que mais leram no 2.º Período

A BE divulga o TOP 3 dos alunos e das turmas que mais leram no 2.º período. Esta classificação resulta do registo de livros requisitados para leitura domiciliária.








21 de abril de 2015

IX Edição do Concurso Prémio Literário José Luís Peixoto



O “Prémio Literário José Luís Peixoto” é um concurso de âmbito internacional, aberto a cidadãos de nacionalidade portuguesa e a cidadãos naturais e/ou residentes em países de língua oficial portuguesa. 

Com este prémio pretende-se homenagear o seu patrono, José Luís Peixoto, natural do Concelho de Ponte de Sor, e incentivar  a criatividade literária entre os jovens, bem como o gosto pela leitura, indo ao encontro do desígnio nacional do Plano Nacional de Leitura e da Rede de Bibliotecas Escolares.

Neste contexto, a Câmara Municipal de Ponte de Sor promove a 9.ª edição do “Prémio Literário José Luís Peixoto” em 2015, que se destina a premiar trabalhos inéditos na modalidade de conto. 

Podem concorrer jovens que completem 25 anos de idade até ao dia 31 de Dezembro de 2015. Os candidatos devem fazer chegar os seus trabalhos, dirigidos ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor, até ao dia 30 de Abril de 2015.

Regulamento do Prémio Literário José Luís Peixoto : PDF 

 Edital - Prémio Literário José Luís Peixoto Atualizado: PDF








8 de abril de 2015

Sines: Município de Sines apoia filme de Vicente de Alves do Ó sobre Al Berto







O município de Sines e a produtora Ukbar Filmes assinaram, no dia 7 de abril, nos Paços do Concelho, um protocolo de colaboração relativo ao filme do realizador Vicente Alves do Ó sobre o poeta Al Berto.
Através do protocolo, o município compromete-se a participar no financiamento dos custos de desenvolvimento da obra, no montante de 10 mil euros, entre outros apoios.
O inequívoco interesse do filme para a projeção da imagem de Sines e da obra de dois criadores de Sines justifica a colaboração do município com o projeto.
Al Berto é considerado um dos mais importantes poetas da sua geração e um dos mais originais, possuidor de um universo de características muito próprias na poesia portuguesa.Vicente Alves do Ó divide o seu trabalho entre o cinema, o teatro e a literatura, destacando-se na sua carreira as duas longas-metragens produzidas, “Quinze Pontos na Alma” e “Florbela”.O filme sobre Al Berto fará o retrato de um período mítico da história de Sines, entre 1975 e 1977, quando o poeta escreveu o seu primeiro livro em português e trouxe para a então vila, em plena convulsão industrial, uma extravagante forma de estar e viver.Vicente Alves do Ó esteve presente na assinatura do protocolo e explicou que, depois da investigação e da primeira versão do guião, o projeto se encontra neste momento “na sua segunda fase de escrita”.O realizador disse que gostaria de envolver a população na recriação da vila dos anos 70 e confessou o desejo de fazer a antestreia do filme no Castelo de Sines.O presidente da Câmara Municipal de Sines, Nuno Mascarenhas, disse que a autarquia “tinha de se associar a esta iniciativa”, pela importância da figura de Al Berto.O facto de o autor do filme ser um siniense, “que teria obviamente de ser apoiado pela sua Câmara Municipal”, reforçaram o empenho da autarquia em ajudar a viabilizar o projeto.

5 de abril de 2015

"As Mãos dos Pretos"

No âmbito da atividade LCD - residência artística -  planificada pela biblioteca escolar em aticulação com o grupo de português, alguns alunos das turmas A e C do 10.º ano vão apresentar ao público o resultado do seu trabalho, no dia 7 de abril, às 19h30, no auditório do CAS.

Cartaz produzido por CAS


A residência artística realizou-se nos dias 23, 24, 25 e 26 de abril, no polivalente da Escola Secundária Poeta Al Berto. Sob a orientação de Albina Petrolati, Cristina Fernandes e Liliana Rodrigues do Serviço Educativo e Cultural do CAS e com o apoio das professoras de português e da professora bibliotecária, os alunos fizeram uma leitura, muito própria, do conto "As mãos dos pretos" inserido na obra Nós Matámos o Cão Tinhoso de Luís Bernardo Honwana. 



31 de março de 2015

A biblioteca em "Uma aventura na escola"

No dia 19 de março, decorreu a 3.ª edição de "Uma aventura na escola". A Biblioteca participou com a estação de Livro em Livro e apresentou às equipas participantes um questionário. (ver documentos: questionário e respostas).

No espaço físico da biblioteca, para além da estação de Livro em Livro também se realizaram as estações Je Suis Paris e Sem Limites do grupo de francês e dos Bombeiros respetivamente.













Foi um dia diferente quer na escola quer na biblioteca, com muito movimento, entusiasmo e aprendizagens. Neste dia, não há aulas, mas muita aventura, competição e convívio entre a comunidade escolar, pais e encarregados de educação, parceiros e entidades do meio. 




Semana da Leitura - 16 a 20 de março

Este ano, para comemorar a semana da leitura foram planificadas três atividades, a saber: "À conversa com  Nuno Camarneiro" para os alunos do 10.º ano, no dia 16; "Conta-me histórias daquilo que eu não li" - leitura expressiva do Último Conto de Rodolfo Castro por Cristina Fernandes, do CAS, aos alunos do CEF2OA, no dia 17  e por fim, no âmbito do projeto Ler+Jovem - O som criador das palavras, "À conversa com Francisco do Ó Pacheco", no dia 18.

Esta última atividade foi adiada uma vez que, uma parte do público alvo, os idosos da Santa Casa da Misericórdia, não puderam comparecer na data previamente agendada.  


A sessão com o escritor Nuno Camarneiro foi muito enriquecedora e dinâmica.  O autor falou  da sua escrita, do seu percurso académico e profissional, respondeu a algumas questões colocadas por alunos e professores e autografou os seus livros. 



Quanto à sessão "Conta-me histórias daquilo que eu não li... ", os alunos, confortavelmente instalados na biblioteca, ouviram atentamente a leitura expressiva do conto de Rodolfo Castro e, no final, conversaram um pouco com Cristina Fernandes. 



30 de março de 2015

Dia do francês

No dia 12 de março realizou-se mais uma atividade do "Dia do Francês" alusiva, este ano,  ao tema "Paris et ses arrondissements". Os alunos de francês do 3.º ciclo e dos cursos profissionais recolheram materiais alusivos a Paris, desenharam e pintaram o mapa dos "arrondissements" (com a colaboração dos alunos com currículo específico individual), construiram miniaturas dos monumentos e edifícios mais emblemáticos de cada "arrondissement", montaram a exposição na biblioteca,  decoraram as barraquinhas para a "Crêperie de Paris", cozinharam os crepes que venderam aos colegas, professores e funcionários. Para além dos crepes, no bar ainda havia  outros produtos típicos franceses.







25 de março de 2015

24 de março de 2015

Herberto Hélder (1930-2015)



Sobre o Poema


Um poema cresce inseguramente
na confusão da carne,
sobe ainda sem palavras, só ferocidade e gosto,
talvez como sangue
ou sombra de sangue pelos canais do ser.

Fora existe o mundo. Fora, a esplêndida violência
ou os bagos de uva de onde nascem
as raízes minúsculas do sol.
Fora, os corpos genuínos e inalteráveis
do nosso amor,
os rios, a grande paz exterior das coisas,
as folhas dormindo o silêncio,
as sementes à beira do vento,
— a hora teatral da posse.
E o poema cresce tomando tudo em seu regaço.

E já nenhum poder destrói o poema.
Insustentável, único,
invade as órbitas, a face amorfa das paredes,
a miséria dos minutos,
a força sustida das coisas,
a redonda e livre harmonia do mundo.

— Embaixo o instrumento perplexo ignora
a espinha do mistério.

— E o poema faz-se contra o tempo e a carne.