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3 de fevereiro de 2025

Um Livro, Uma Comunidade - Tertúlia


Realizou-se no dia 29 de janeiro, na BE, pelas 14h30m, a terceira Tertúlia do ano letivo. Desta vez falámos de livros marcantes da literatura de autores negros.

Estiveram presentes 5 tertuliantes entre professores, e assistentes operacionais. Notámos a ausência dos alunos habituais.
Os presentes falaram das suas leituras, leram excertos e ainda houve tempo para refletirmos sobre as temáticas presentes nos livros..
Para a próxima tertúlia, a realizar em março na Festa da Leitura, vamos LER Camões.
A BE apresentará sugestões de leitura que ficarão expostas na biblioteca e divulgadas no blogue.

No final, decorreu o nosso chá, já tradicional, proporcionando momentos de convívio sempre aconchegantes e agradáveis.



18 de dezembro de 2024

Um Livro, Uma Comunidade | Al Berto

Realizou-se no dia 20 de novembro, na BE, pelas 14h30m, a nossa Tertúlia sobre o patrono, Al Berto.
Como habitualmente, para assinalar a atribuição do nome à escola, na Semana da Escola, lemos alguns textos/poemas da sua obra. Este ano, a escolha recaiu em excertos de  Diários.
Estiveram presentes 8 tertuliantes entre professores, alunos, uma assistente operacional e uma psicóloga.
A sessão foi animada e tornou-se uma excelente descoberta para alguns dos presentes. Houve tempo para troca de ideias, reflexões e leituras.
Para a próxima tertúlia, a realizar no dia 29 de janeiro,  e sob proposta de uma aluna, iremos ler obras de autores negros. A BE  apresentará sugestões de leitura que ficarão expostas na biblioteca e divulgadas no blogue.
No final, decorreu o nosso chá, já tradicional, proporcionando momentos de convívio muitos especiais.




Foram criados pequenos livros com os excertos selecionados para cada tertuliante.



21 de novembro de 2024

Um Livro, Uma Comunidade | Retrospetiva (MIBE)



Realizou-se no passado dia 23 de outubro, pelas 14h30m, a nossa Tertúlia, na BE, como habitual.

O tema selecionado para esta sessão foram as (Auto)Biografias. A equipa da BE apresentou inúmeras sugestões de leitura nesta área, bem como as respetivas sinopses.

Estiveram presentes 15 tertuliantes entre professores, alunos, uma assistente operacional, uma psicóloga, uma mãe e uma representante do serviço educativo e cultural do CAS.

A sessão decorreu com uma participação animada e muito diversificada, houve tempo para troca de ideias, reflexões sobre a vida e obra dos (auto)biografados, outras reflexões, também necessárias e pertinentes, sobre as nossas vidas e obras do dia a dia, vontade de ler o que o vizinho do lado tinha lido…

Para o mês de novembro (e tendo em conta a Semana da Escola), iremos ler Al Berto, o nosso patrono e, desta vez, faremos uma incursão pelos Diários do poeta.

No final, como costume, decorreu o nosso chá tradicional, proporcionando momentos de convívio muitos especiais.



Livros lidos: 


Opinião sobre A Desobediente

Trata-se de mais uma importante biografia sob a chancela da Contraponto. À semelhança de outras que já li (curiosamente, ainda só no feminino) também esta revela um inegável trabalho de pesquisa e uma qualidade que dá a conhecer a relevância literária, política e cívica da biografada.
Patrícia Reis entra hábil e exemplarmente no mundo d’𝑨 𝑫𝒆𝒔𝒐𝒃𝒆𝒅𝒊𝒆𝒏𝒕𝒆 poetisa, escritora, jornalista, e feminista Maria Teresa Horta (MTH). É com admiração que percorremos as páginas escritas e descobrimos o seu percurso.

MTH desde pequenina que demonstrou coragem e coerência na luta dos seus ideais. Ao longo da sua vida sofreu desilusões que deixaram marcas profundas, como o abandono da mãe, a indiferença do pai, a incompreensão de muitos, a censura, a ameaça, a doença, a morte do marido. Cedo, captou “o sentido do proibido, daquilo que importava calar” e percebeu que ser mulher em Portugal era uma grande desvantagem. Era estar sujeita a um homem que decidisse por ela. Carecia de uma autorização para estudar, trabalhar, viajar e até para ler determinados livros. Era estar proibida de votar, de emitir opinião abertamente, não ter direito a uma conta bancária, em nome próprio, e não ter privacidade em determinados assuntos. Para fugir à pressão e à vigilância do pai, MTH decide casar e assim, conquistar a sua emancipação e uma identidade própria, isto é, reivindicar a sua feminilidade, a sua liberdade e sobretudo o seu lugar no mundo.
Inteligente, curiosa, activa, desobediente, de uma lucidez incrível, MTH incentivada pela avó (“uma mulher especial, feminista, uma alma capaz de guardar um segredo”) dedica horas à leitura e à escrita e descobre o cinema. A escrita, a poesia “era uma forma de sossego”. Os poemas “nasciam-lhe nos dedos” e neles encontraremos a sua dor, o seu desamor, a sua paixão pelo marido, “o seu muso” (Luís de Barros), a luta pelos direitos da mulher, pelo debate das questões de sexualidade, da nudez do corpo, pela libertação sexual. Este último aspecto tornou-se amplamente revelador no livro 𝑴𝒊𝒏𝒉𝒂 𝑺𝒆𝒏𝒉𝒐𝒓𝒂 𝒅𝒆 𝑴𝒊𝒎.
“ (…) não era só o erotismo, era a noção de liberdade que estava em causa. (…) Trata-se de uma poesia amorosa, sensual, erótica.” (p. 212). É óbvio que o livro foi apreendido pela PIDE.

Para ultrapassar dificuldades financeiras, MTH trabalhou como jornalista em vários jornais. Tem várias obras publicadas e foi uma das três Marias que escreveu 𝑨𝒔 𝑵𝒐𝒗𝒂𝒔 𝑪𝒂𝒓𝒕𝒂𝒔 𝑷𝒐𝒓𝒕𝒖𝒈𝒖𝒆𝒔𝒂𝒔, uma das mais importantes obras feministas portuguesas, publicada antes do 25 de abril que as levou à prisão, mas também as catapultou para o reconhecimento.

Sobre tudo isto e muito mais, Patrícia Reis, habilmente, cativa e surpreende o leitor. Escreve com elegância sobre Teresinha, uma amiga, a mulher revolucionária, libertária que viveu em tempos de opressão política. No prefácio, a autora refere que há uma relação de amizade entre as duas e acrescenta que se trata de “uma biografia com colaboração da biografada”. É um privilégio contar com o contributo das memórias ainda vivas de MTH, mas é simultaneamente uma enorme responsabilidade. Patrícia Reis fê-lo muito bem e cumpriu a sua missão.
Na revista 𝑳𝒆𝒓 (𝑽𝒆𝒓ã𝒐 2024 - 𝒏.º 171), Isabel Lucas inicia o seu artigo “Considerem o Leitor” com uma referência ao livro 𝑶 𝑷𝒓𝒂𝒛𝒆𝒓 𝒅𝒂 𝑳𝒆𝒊𝒕𝒖𝒓𝒂, de Proust, mais concretamente sobre a perdição do leitor em relação a um livro, no sentido em que tudo “o que rodeia o leitor passe a secundário face à intimidade que se cria entre ele e o objeto que lê. ( …) porque nada é mais real naquele momento do que esse encontro entre duas subjetividades: a do escritor e a do leitor.” E eu acrescentaria uma terceira, a da biografada.
Esta leitura, transformou-se, para mim, no tal “prazer divino” (epíteto de Proust) da descoberta de uma mulher que viveu e lutou intensamente.
Por tudo o que nos deu, a nós mulheres, devemos-lhe o reconhecimento e a leitura da sua vasta obra. Já li alguns, mas não ainda, o suficiente

Graciosa Reis

12 de novembro de 2024

Um Livro, Uma Comunidade

Aproxima-se mais uma tertúlia literária.
A próxima versa sobre textos selecionados da obra Diários, de Al Berto, o nosso Patrono, e integra as atividades da Semana da Escola que ocorre de 18 a 22 de novembro.



11 de setembro de 2024

Um Livro, Uma Comunidade - MIBE

Mais um ano de tertúlias na nossa biblioteca escolar.
A primeira vai decorrer em outubro - Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.


 

3 de junho de 2024

Dia Mundial da Diversidade Cultural



No dia 21 de maio assinalou-se o Dia Mundial da Diversidade Cultural.

Na ESPAB valorizamos a heterogeneidade cultural, somos todos diferentes e todos iguais, todos temos a aprender uns com os outros. E como partilhar a diversidade é importante, os alunos do Curso de Português Língua de Acolhimento (PLA) participaram numa tertúlia literária que teve lugar na Biblioteca da Escola Poeta Al Berto – “Leituras do Mundo: celebrando a diversidade cultural”.

Os alunos tiveram oportunidade de conhecer melhor os cantos e recantos da nossa biblioteca, consultar os diversos livros e autores disponíveis.

Já pelo cair da tarde, no aconchego do por do sol que se vislumbrava pelas janelas da biblioteca, entre o folhear de páginas, à mistura com o aroma de chá e com o doce degustar de um bolinho, os alunos dialogaram e partilharam algumas experiências e vivências, falaram acerca dos seus gostos e hábitos de leitura assim como de alguns escritores dos seus países de origem.

Foi uma tarde diferente que nos proporcionou momentos de convívio, de conhecimento e de descoberta. Na nossa Escola, somos todos alunos e cidadãos do mundo!








25 de maio de 2024

Retrospetiva - Um Livro, Uma Comunidade

 Para assinalar o Dia de África (25 de maio), realizou-se mais uma tertúlia literária, a última deste ano letivo,   no dia 22 de maio, pelas 14h30. A temática das leituras incidiu em livros escritos por Ondjaki uma vez que alunos e professores adquiriram livros aquando do encontro com o autor na escola e manifestaram interesse em lê-los e discuti-los na tertúlia.

A conversa foi animada e motivadora com leituras de excertos.  A realização da tertúlia literária já se tornou uma excelente prática da biblioteca escolar. 
Nesta sessão estiveram presentes 7 alunos, sendo que 4 vieram pela primeira vez e prometeram voltar; 7 professores e dois assistentes operacionais/técnicos. 
Decidiu-se que para o  encontro  a realizar no próximo ano letivo, em outubro, as leituras incidem em biografias/memórias. 
Como já é habitual, finalizou-se a tertúlia com chá e bolinhos. 




Livros lidos:



Opinião


Estas são as primeiras palavras do livro que nos agarra desde o início:

"Se, quando me acordavam, eu me lembrasse do prazer do matabicho assim de manhãzinha, eu acordava bem-disposto. Matabichar cedo em Luanda, cuia! Há assim um fresquinho quase frio que dá vontade de beber leite com café e ficar à espera do cheiro da manhã. Às vezes mesmo com os meus pais na mesa, nós fazíamos um silêncio. Se calhar estávamos mesmo a cheirar a manhã, não sei, não sei."

Bom Dia Camaradas é um romance delicioso. Ondjaki conduz-nos para a sua Luanda dos anos 80. Acompanhamos Ndalu, a criança que com uma linguagem muito própria e encantadora e uma visão ingénua (será?) nos vai narrando o seu entendimento da vida angolana e, por vezes, da portuguesa e nos vai questionando sobre a situação do país, contrapondo o antes e o depois da independência.

“- … tu gostavas quando os portugueses estavam cá?
- É o quê, menino?
- Sim, antes da independência, eles é que mandavam cá. Tu gostavas desse tempo?
- As pessoas dizem que o país estava diferente… não sei…” (p. 17)

É fascinante a escrita de Ondjaki que nos inebria com um linguajar muito próprio e poético. O recurso a metáforas e a sinestesias enriquece e fantasia a realidade difícil; a criação de personagens maravilhosas retrata com subtileza a sociedade angolana. Todas desempenham um papel fulcral no crescimento e na formação de Ndalu.

“Quando o camarada João veio nos buscar, o calor já tava insuportável. Olhei para as árvores, os pássaros estavam lá sentadinhos, não se mexiam, também deviam estar a suar. Do outro lado da rua havia barracas a vender peixe seco, esse sim, quanto mais ficasse ao sol, melhor. Aquele cheirinho abriu-me o apetite, há quem não goste, mas eu acho que o peixe seco cheirava muito bem, parece sumo concentrado de mar.” (p. 63 – Sublinhado meu).

A leitura envolve-nos e imaginamos e sentimos os espaços, o mar “verzul”, o dia-a-dia, em casa e na escola, da criança viva, inteligente e curiosa, tão ávida de saber e de contar estórias. Ondjaki recorre, de forma sublime, à ingenuidade infantil para nos revelar a situação social, económica e política do seu país. Nada é referido explicitamente, mas o leitor consegue inferir facilmente o período narrado.

Recomendo vivamente a leitura deste livro. Diverti-me imenso com as estórias vividas pelo Ndalu com os seus amigos e professores, na escola e com os seus familiares e empregados, em casa.

Graciosa Reis




20 de maio de 2024

Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo

No âmbito do projeto Português para Falantes de Outras Línguas, vai decorrer, amanhã, pelas 19h30, na biblioteca escolar, uma tertúlia literária. Cada participante vai apresentar um livro do seu país, ler um excerto na sua língua materna e, em português, explicar a razão da sua escolha.
Desta forma, e com livros, celebramos a diversidade cultural.




2 de maio de 2024

Um Livro, Uma Comunidade - Tertúlia Literária

Aproxima-se a última tertúlia deste ano letivo. 

Nesta sessão vamos assinalar duas efemérides - O Dia Mundial da Diversidade Cultural (21 de maio) e Dia Mundial da África (25 de maio). Como gostámos muito de conversar com o Ondjaki na nossa biblioteca, e como as suas estórias contemplam estes dois temas, decidimos que iríamos ler e conversar sobre os seus livros.




5 de abril de 2024

Retrospetiva - Um Livro, Uma Comunidade


No âmbito da Festa da Leitura e do Livro, que integram as atividades da Semana da Leitura promovida pela RBE, realizou-se mais uma tertúlia literária,  no dia 20 de março, pelas 14h30. Desta vez, a temática das leituras incidiu em livros escritos por mulheres - Literatura no Feminino.

Cada tertuliante apresentou o seu livro e respetiva autora. 
A conversa foi animada e motivadora para novas leituras. A realização da tertúlia literária já se tornou uma excelente prática da biblioteca escolar. É importante promover este tipo de atividade já que desenvolve hábitos de leitura, dá a conhecer novos autores e permite, sobretudo,  aos alunos emitir uma opinião crítica em relação às sua leituras. 
Nesta sessão estiveram presentes 4 alunos, 6 professores e dois assistentes operacionais/técnicos. 
Como já é habitual, finalizou-se a tertúlia com chá e bolinhos. 

Livros lidos:




Opinião

Um quarto só seu, de Virginia Woolf

Virginia Woolf, neste seu fabuloso ensaio, relata-nos as duas conferências proferidas em 1928, em duas faculdades da Universidade de Cambridge para jovens universitárias sobre o tema "As mulheres e a ficção".
Nas suas conferências, a autora vai tentar explicar (palavras suas) a relação entre as mulheres e a ficção e “um quarto só seu”. É com esta questão que inicia a sua palestra.

Ana Luísa Amaral no prefácio considera-o um dos ensaios mais influentes do seculo XX sobre “a relação das mulheres com a escrita, a sociedade e o processo de criação literária.”
E quem sou eu para discordar. Bem pelo contrário, assumo que fiquei extasiada pela escrita e pelos argumentos apresentados. Argumentos perspicazes, irrefutáveis, sensíveis e provocatórios. (Tenho o livro profusamente sublinhado e anotado)
Coloquei-me no papel de ouvinte e absorvi cada palavra dita/escrita.

Virginia Woolf apresenta uma análise clara e concisa do papel da mulher na literatura. Explana com exemplos inequívocos como as mulheres foram ridicularizadas e excluídas do mundo da escrita, quer por limitações financeiras e falta de oportunidades quer por mero preconceito de género. Patenteia, ainda, a transversalidade da condição sexual feminina face à criação literária; a discriminação sofrida, o silenciamento da sua escrita; a dificuldade de acesso à leitura. Em suma, aponta as desigualdades educacionais, sociais e económicas que a mulher enfrentou ao longo da história e defende que uma mulher, se quiser escrever ficção, isto é, criar, precisa de dinheiro e de um quarto só seu. E “tem de haver liberdade e tem de haver paz”.

Mas, Virginia Woolf vai mais longe e na sua “divagação” como refere, encoraja as ouvintes a escrever “como mulheres” e mais uma vez exemplifica, revelando as dificuldades vividas por mulheres que ousaram escrever e contrariar “as limitações do seu sexo” como argumentavam os críticos no “seio de uma sociedade puramente patriarcal” . Woolf persegue a sua exortação, demonstrando o talento, o génio de quatro grandes romancistas inglesas – Jane Austen, as irmãs Charlotte e Emily Brontë, George Eliot (pseudónimo de Mary Ann Evans).
Não vou alongar-me mais, pois as suas palavras que merecem ser lidas são bem mais poderosas e elucidativas.

Concluo, afirmando que Virginia Woolf foi uma mulher muito à frente do seu tempo e que alguns dos temas citados e escrutinados ainda vigoram nos nossos dias. Quase um século depois, o seu texto continua a alimentar muitos debates.
Recomendo vivamente a leitura deste ensaio.

Graciosa Reis

18 de março de 2024

Um Livro, Uma Comunidade - Tertúlia Literária


Aproxima-se mais uma tertúlia literária.
Desta vez, vamos conversar e partilhar leituras sobre literatura escrita por mulheres.
Vem participar!



7 de março de 2024

Retrospetiva - Um Livro, Uma Comunidade


Realizou-se mais uma tertúlia literária, desta vez em articulação com o grupo 330. Alguns alunos leram em língua inglesa obras  adaptadas ao cinema e no dia 28 de fevereiro, pelas 14h30, reuniram-se com as respetivas professoras na biblioteca escolar, para conversarem em inglês sobre as  leituras efetuadas. 

Como foram lidos livros diferentes (ver apresentação abaixo) a conversa foi  animada e motivadora para novas leituras.  É duplamente importante promover este tipo de atividade já que permite aos alunos emitir uma opinião crítica em relação ás leituras e treinar a língua inglesa com os seus pares e professores. 
Como já é habitual, finalizou-se a tertúlia com chá e bolinhos.





Livros lidos pelos alunos e professoras




4 de março de 2024

Festa da Leitura e do Livro

Amanhã, com o escritor Ondjaki, iniciamos as atividades da FESTA da LEITURA e do LIVRO que decorrerão durante os meses de Março e de Abril.

Viva a Leitura! Viva o Livro! Viva a Liberdade!




28 de fevereiro de 2024

Tertúlia literária em língua inglesa

Em articulação com a disciplina de inglês, no terceiro ciclo e ensino secundário, os alunos e professoras leram, em inglês, um livro que tenha sido adaptado ao cinema e vão partilhar na biblioteca escolar as suas leituras e opiniões.