18 de julho de 2022

Sugestões de leitura: Distopias

Na última sessão de Um Livro, Uma Comunidade - Tertúlia Literária ficou decidido que na próxima sessão, a primeira do ano letivo 2022-21, as leituras incidiriam sobre distopias. 
Assim, a BE apresenta algumas sugestões de leitura. 

20 de junho de 2022

Ciclo Olhares sobre Al Berto

Retratos- mostra itinerante dos alunos da Escola Secundária Poeta Al Berto, agora patente no mercado municipal.




14 de junho de 2022

Olhares sobre Al Berto - Porta vencedora


A nossa biblioteca está mais rica e bem mais bonita.
A porta de acesso pintada pela aluna Inês S. , do 12.º F ilustra a obra do nosso patrono.
O trabalho foi desenvolvido no âmbito da atividade Olhares sobre Al Berto promovida pela BE, na semana da Escola em novembro, e orientada pela docente Maria Neves, na disciplina de Oficina de Artes. 




13 de junho de 2022

Al Berto - 25 anos (11.01.1948 | 13.06.1997)

 


18 Sábado / Fev 1984                                           rua do Forte / Sines


Passei a manhã a observar-me ao espelho. Procurar um indício de morte sobre o rosto, eis a minuciosa tarefa. Nada por enquanto. Nada se vislumbra. O melhor será passar o dia sentado no terraço, o mar está picado, uma dor inexplicável nas mãos. Um vómito profundo. Sinto-me demasiado pequeno para suportar o dia. E se a morte me indicasse que chegaria? Tudo se tornaria mais fácil, arrumaria com tempo os meus papéis, os meus livros e discos, escreveria as últimas vontades, deitaria fora muita coisa, e sentar-me-ia à espera.

in Diários (p. 94)



Ciclo Olhares sobre Al Berto

Retratos- mostra itinerante dos alunos da Escola Secundária Poeta Al Berto encontra-se, agora, na Escola Vasco da Gama, do Agrupamento de Escolas de Sines.




7 de junho de 2022

Leituras na Planície - a grande vencedora do 9.º ano.


Parabéns, Sara Moreira! És uma miúda fantástica e uma grande leitora.

A nossa aluna Sara Moreira, da turma C do 9.º ano, representou, hoje, a ESPAB na final do concurso 𝓛𝓮𝓲𝓽𝓾𝓻𝓪𝓼 𝓷𝓪 𝓟𝓵𝓪𝓷í𝓬𝓲𝓮 e foi a grande vencedora deste nível de ensino.
Com ela, no laboratório de aprendizagem, para lhe darem todo o apoio que merece, estiveram a sua mãe, a sua professora de português e a professora bibliotecária. 

Parabéns a todos os participantes e restantes vencedores! Viva o Alentejo!











6 de junho de 2022

Final do concurso Leituras na Planície

Amanhã, vai acontecer, em linha, a Final do concurso 𝓛𝓮𝓲𝓽𝓾𝓻𝓪𝓼 𝓷𝓪 𝓟𝓵𝓪𝓷í𝓬𝓲𝓮!

A nossa aluna Sara Moreira, do 9.º ano, vai representar a ESPAB.
Convidamos toda a comunidade educativa a seguir o evento, no youtube, a partir das 14h30.
Podem fazê-lo na biblioteca escolar, em casa, na praia,...


https://www.youtube.com/watch?v=QBAesnanrPc
 




5 de junho de 2022

Dia Mundial da Criança | Dia Nariz Vermelho - Retrospetiva

Para assinalar o Dia Mundial da Criança e simultaneamente o Dia do Nariz Vermelho, vendemos t'shirts, narizes e outros artigos, realizámos uma quermesse e emoldurámos sorrisos bonitos.   
Os fundos angariados reverteram a favor da Operação Nariz Vermelho! 
Divertimo-nos, brincámos e fomos solidários e  ficámos todos muito mais FELIZES !!

Dia Mundial da Criança | Operação Nariz Vermelho - Kizoa Movie Maker

27 de maio de 2022

Leituras da tertúlia (livros lidos)

 


Leituras da tertúlia - "Prelúdio", de Alda Lara



PRELÚDIO


Pela estrada desce a noite
Mãe-Negra, desce com ela...

Nem buganvílias vermelhas,
nem vestidinhos de folhos,
nem brincadeiras de guizos,
nas suas mãos apertadas.
Só duas lágrimas grossas,
em duas faces cansadas.

Mãe-Negra tem voz de vento,
voz de silêncio batendo
nas folhas do cajueiro...

Tem voz de noite, descendo,
de mansinho, pela estrada...

Que é feito desses meninos
que gostava de embalar?...

Que é feito desses meninos
que ela ajudou a criar?...
Quem ouve agora as histórias
que costumava contar?...

Mãe-Negra não sabe nada...

Mas ai de quem sabe tudo,
como eu sei tudo
Mãe-Negra!...

Os teus meninos cresceram,
e esqueceram as histórias
que costumavas contar...

Muitos partiram p'ra longe,
quem sabe se hão-de voltar!...

Só tu ficaste esperando,
mãos cruzadas no regaço,
bem quieta bem calada.

É a tua a voz deste vento,
desta saudade descendo,
de mansinho pela estrada..

                  Alda Lara (1930-1962)

Poema selecionado e lido por Célia Alves



Leituras da tertúlia - Amanhã Amadrugada, de Vera Duarte

 


Em Amanhã Amadrugada, Vera Duarte revela-se uma lutadora pelos direitos humanos. Para tal, convoca o amor, a paixão , a justiça, a igualdade, ou pelos menos, um maior equilíbrio de género, a liberdade.

A sua escrita revela-se de forma antagónica, dividida e sempre indagadora e consciente do muito que ainda há para fazer numa sociedade onde a mulher permanece “prisioneira de estereótipos interiorizados e recusados” (p. 10).
Vera Duarte divide o seu livro em quatro partes (“Cadernos”) e neles descreve o que viveu, o que sentiu, o que observou de forma “confessional, emotiva e crítica”.

Temos textos sobre o amor, a paixão, o Eu/Tu, a mulher, o mar, o arquipélago, a morte, a revolução, o sonho, a ânsia da liberdade.



"Carência

Amar-te loucamente
abrir sobre ti as janelas do meu ser
ser campo aberto e florido
e viver assim
em estranhas madrugadas
à luz dos candeeiros
envolta em luas e neblinas?

antes
êxtase e paixão
mãos vazias
corpo carente"

Percebemos, à medida que avançamos na leitura dos textos e dos poemas, o seu amor incondicional a Cabo Verde, a África, e o desejo de uma pátria livre.
Penso que ao interligar prosa (poética) e poemas, fica claro que a ausência de fronteiras na literatura se deveria aplicar ao mundo. A sua liberdade ficcional, representa o seu desejo de liberdade como mulher e como povo.

“(…)
Homens mulheres crianças
Na pátria livre libertada
Plantando mil milharais
Serão a chuva caindo
Na nossa terra explorada”

Graciosa Reis

Dia de África - Tertúlia Literária

No  dia 25 de maio, celebrou-se o Dia de África  com mais uma tertúlia literária,  a quinta e a última deste ano letivo. 
Em discussão esteve a Literatura Africana no Feminino. 
Para iniciar a conversa, ouvimos um excerto da entrevista realizada pela jornalista Ana Daniela Soares a Paulina Chiziane do programa Café com Letras, promovida pela Biblioteca de Oeiras.  

https://youtu.be/WXoxiZuwffU   

O excerto selecionado incidiu sobre a sua obra Niketche, uma história de poligamia.  Todos os presentes consideraram que foi 
uma sessão enriquecedora e de muitas  e boas descobertas literárias. 

Na sessão contámos com a presença de três técnicos do Projeto (A)Cultura-te da Associação Caboverdiana de Sines e Santiago do Cacém e da escola compareceram treze docentes, dois alunos e duas assistentes operacionais

Como já é habitual, finalizou-se a tertúlia com chá e bolinhos. 

Ficou decidido que para a primeira tertúlia de 2022|2023, a realizar em outubro, as leituras incidirão sobre distopias. 




Opinião 

Niketche, uma história de Poligamia, de Paulina Chiziane


História muito bem conseguida. Narrada na primeira pessoa, pela voz de Rami, a protagonista é uma mulher do sul (Maputo), bonita, casada com Tony, comandante da polícia, mãe de cinco filhos e primeira-dama de um casamento polígamo.

Numa narrativa repleta de humor e de autenticidade, acompanhamos a vida de Rami que financeiramente estável, é atormentada pela constante ausência do marido. Numa sociedade onde predomina uma cultura fortemente machista e patriarca, a culpa recai nela porque não sabe manter o casamento e agarrar o marido. Apesar de saber que o marido é a causa do seu sofrimento e da sua tristeza, Rami, vira-se para o espelho e questiona: “Diz-me, espelho meu; serei eu feia? Serei eu mais azeda qua a laranja-lima? Por que é que o meu marido procura outras e me deixa aqui? O que é que as outras têm que eu não tenho? (… ) Oh, espelho meu, o que achas de mim? Devo renovar-me?
- Renova-te, sim. Mas antes, procura uma vassoura e varre o lixo que tens dentro do peito. Varre as loucuras que tens dentro da mente. Varre, varre tudo. Liberta-te. Só assim viverá a felicidade que mereces.” (p. 34)

Ao descobrir os motivos da ausência do Tony e como uma fera ferida de traição vai cobrar satisfações à sua rival e acaba por saber que afinal não tem só uma, mas quatro (Julieta, Lu, Saly e Mauá). Decidida a vingar-se, vai atrás de cada uma delas e marca uma reunião secreta em sua casa e expõe o marido perante a situação e obriga-o a assumir a poligamia conforme a tradição do país.
“Somos éguas perdidas galopando a vida, recebendo migalhas, suportando intempéries, guerreando-nos umas às outras. O tempo passa, e um dia todas seremos esquecidas. Cada uma de nós é um ramo solto, uma folha morta, ao sabor do vento – explico. Somos cinco. Unamo-nos num feixe e formemos uma mão. Cada uma de nós será um dedo, e as grandes linhas da mão a vida, o coração, a sorte, o destino e o amor. Não estaremos tão desprotegidas e poderemos segurar o leme da vida e traçar o destino.” (p. 107)
Rami vai assim, inconformada mas decidida, tomar conta desta situação e vamos acompanhando o seu crescimento interior, as suas angústias, as suas dúvidas, …

Paulina Chiziane numa escrita poética, irónica e subtil ilustra o percurso de Rami, a submissão da mulher ao regime patriarcal, a violência opressiva imposta pelas tradições, a união e a transformação da mulher, a reivindicação do seu papel de mulher e de mãe numa sociedade que encara a mulher como ser inferior, destinada a servir o homem e a sofrer em silêncio.
“Quero ser tudo: vento, peixe, gota de água, nuvem branca, qualquer coisa menos mulher. (…) Quero ser um grão de areia ao vento e dançar o meu niketche ao som das flautas de todas as brisas.” (p. 304)

Recomendo muito a leitura. Rami é uma mulher fantástica que expõe as suas fraquezas, mas também a sua força e a sua nobreza. Toda a narrativa é construída na base da sua consciência que nos faz refletir sobre a condição da mulher negra na sociedade moçambicana. É uma crítica de costumes que traduz a luta pela igualdade de género.
Com um estilo leve, sarcástico e divertido, a autora gere a narrativa a seu belo prazer e que ora encanta e diverte ora comove o leitor com as peripécias de ciúmes, de luta, de vingança, de infidelidade, mas também de amor e partilha.

Graciosa Reis


25 de maio de 2022

Semana Arco-Íris

                                                 De 30 de MAIO a 3 de JUNHO de 2022

Junta-te a NÓS por um mundo mais INCLUSIVO.

Durante esta semana seremos iguais na cor de cada dia e na vontade de ultrapassar desafios.

TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS


23 de maio de 2022

Semana dos Media - Retrospetiva



Ao longo da semana (3 a 9 de maio), dois Ardinas andaram pela escola espalhando as notícias do jornal BE ESPAB - Extra e distribuindo os certificados de participação no Concurso Leituras na Planície (2.ª fase). 
A equipa da BE agradece aos professores que simpaticamente abriram as portas das suas salas de aula. 
Esteve ainda patente na biblioteca escolar uma exposição alusiva aos meios de comunicação. 






















18 de maio de 2022

Celebrar a Liberdade - Interpretações de alunos do ensino secundário

 

Os Vampiros, de José Afonso por Rita Sales (voz) e Luís Matias (acompanhamento musical)



Imagine
, de John Lennon por Leonor Abenta (voz) e Duarte Anastácio (acompanhamento musical)


Celebrar a Liberdade - Cante pelas Vozes Além'Tejo

 

As Portas que Abril Abriu, de Ary dos Santos por Vozes Além'Tejo (Vila Nova de Santo André/Santiago do Cacém)

 

Grândola Vila Morena, de José Afonso por Vozes Além'Tejo (Vila Nova de Santo André/Santiago do Cacém)



Celebrar a Liberdade - Interpretações de Luís Matias

Fala do Homem Nascido, António Gedeão (letra), Adriano Correia de Oliveira (música), por Luís Matias

Canção com Lágrimas, de Adriano Correia de Oliveira por Luís Matias


Descalça vai para a Fonte, Camões por Luís Matias
 

O Primeiro Dia, de Sérgio Godinho interpretado por Luís Matias


Lágrima de Preta, António Gedeão (letra) Adriano Correia de Oliveira (música) por Luís Matias

Venham mais Cinco, José Afonso por Luís Matias



Canção de Embalar, de José Afonso por Luís Matias


16 de maio de 2022

Celebrar a Liberdade - Retrospetiva fotográfica

Este ano, na nossa Escola, comemoraram-se os 48 anos do Dia da Liberdade (“Celebrar a Liberdade!”), com várias atividades promovidas pela BE, em colaboração com as disciplinas de História, Português e Francês. Estiveram envolvidos alguns alunos do 7.º, 9.º, 10.º, 11.º e 12.º anos. 

Esteve patente na BE uma exposição de trabalhos no âmbito da Disciplina de História:
 - pinturas relativas aos resistentes, aos que lutaram pela Liberdade durante o Estado Novo sob a orientação da professora Isabel Vicente; 
- fotografias sobre a desigualdade da mulher, sob a orientação da professora Célia Prata; 
- cartazes com algumas figuras da Liberdade e PowerPoints sobre o legado do liberalismo, sob a orientação da professora Maria José Amaral. 

Na sexta-feira, dia 29 de abril, na Sala Polivalente, celebrou-se a Liberdade com testemunhos, momentos musicais, leitura de poemas em Português e Francês e Cante Alentejano. 
A apresentação do evento esteve a cargo da aluna Leonor Abenta e o acompanhamento musical foi da responsabilidade do aluno Duarte Anastácio e de Luís Matias (voluntário nas Aldeias de Crianças SOS) que também interpretou várias canções de Abril, acompanhado pela sua viola. 

No período da manhã, aberto a professores e alunos, contámos com os  testemunhos de Xico (ex-preso político e membro do partido comunista) e Carlos Pereira (combatente na guerra colonial). Foi uma conversa esclarecedora porque evidenciou a experiência vivida e sofrida por ambos, tendo, assim, os alunos ficado mais enriquecidos. 
Para além dos momentos de diálogo e perguntas dos alunos, houve música e canções de intervenção (por Luís Matias e Rita Sales), bem como recitação de poemas relacionados com esta temática.
A professora Célia Alves orientou a leitura expressiva dos poemas com os alunos do 12.º ano e a professora Ana Pouseiro com alguns do 7.º e 11.º anos.
O evento da manhã terminou com a interpretação da canção “Imagine”, de John Lennon, pela aluna Leonor Abenta, acompanhada à viola por Duarte Anastácio.

À noite, realizou-se um segundo momento de celebração, aberto à comunidade siniense, com os mesmos momentos musicais, leitura de poemas e, ainda, a presença especial do grupo feminino de Cante Alentejano, Vozes Alem’Tejo (Santo André/Santiago do Cacém).

O público participou com entusiasmo e emoção, cantando e aplaudindo as diferentes atuações.
Podem ouvir e ver as atuações musicais nas várias publicações do blogue da BE, bem como a retrospetiva fotográfica.


Celebrar a liberdade 2022 - Kizoa Movie Maker

15 de maio de 2022

Dia Mundial do Livro - Retrospetiva


O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril. É uma data simbólica e importante para a literatura, uma vez que, de acordo com vários calendários, neste dia desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare, entre outros. A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem comprar um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.


No dia 22 de abril (sexta-feira) a BE comemorou esta data com uma atividade criativa e lúdica, na Sala de professores, no intervalo das 09:40 às 10: 00 horas.
Assim, a equipa da BE selecionou algumas obras de José Saramago (por tratar-se do Centenário do autor) e registou em cartões duas frases/parágrafos (uma mais evidente que a outra) de cada obra para que os professores as identificassem.
De realçar que a equipa “encarnou” vários autores portugueses, que interagiram entre si e leram os excertos das obras de Saramago.
Contámos com as vozes de Camões, Pessoa, Florbela Espanca, Sophia de Mello Breyner, Natália Correia e, como não podia deixar de ser, o nosso querido Al Berto.
Al Berto quis aproximar-se demasiado de Pessoa e este respondeu-lhe: “Vai chatear o Camões!" Dito e feito, Al Berto corre, rouba o manuscrito de Camões e lê-o expressivamente ao público, destacando a “ignorância” que antevia em relação aos conhecimentos sobre Saramago!
O público não levou a mal e participou com “engenho e alma”.
No final, ainda houve chá com biscoitos!

O balanço foi muito positivo e , sobretudo, divertido.

Tivemos logo “encomendas” para novos encontros com estes e outros autores.




Dia Mundial do Livro 2022 - Kizoa Movie Maker

14 de maio de 2022

2.ª fase do Concurso ”Leituras na Planície”

O Concurso “Leituras na Planície” é organizado pelo Agrupamento de Escolas (A. E.) André Gouveia, A. E. de Moura, A. E. Manuel Ferreira Patrício, A. E. de Portel, A. E. de Redondo e Escola Secundária Poeta Al Berto - Sines. 

Este Concurso tem como principais objetivos a promoção do gosto pela leitura e o desenvolvimento da leitura expressiva em voz alta.
A segunda fase do Concurso decorreu no dia 20 de abril na BE e contou com a participação de 17 alunos (7.º, 8.º, 9.º e 10.º anos).

O júri foi composto por três elementos: Paula Lopes (Direção da Escola), Cristina Fernandes (Centro de Artes), Noélia Carrasquinho (Equipa da BE).
Os excertos lidos em voz alta pelos alunos nesta fase fazem parte das obras: O Rapaz do Louredo, de António Mota (7.º ano); O Gato de Upsala, de Cristina de Carvalho (8.º ano); O Velho que Lia Romances de Amor, de Luís Sepúlveda (9.º ano); poema “Porque”, de Sophia de Mello Breyner (secundário)

Foram apurados 4 alunos, um de cada ano de escolaridade (bem como um aluno suplente de cada ano) que participarão na pré-seleção com mais uma leitura em formato áudio. A final do concurso, realizar-se-á no dia 7 de junho, online, em sessão síncrona.

Estes alunos receberam prémios simbólicos e todos os alunos participantes receberam certificados de participação.
O balanço da atividade foi bastante positivo, cumprindo-se os objetivos propostos: desenvolver o gosto pela leitura e angariar novos leitores. Boa sorte aos pré-finalistas!




9 de maio de 2022

Maratona de Poesia - Retrospetiva


A BE assinalou o Dia Mundial da Poesia (21 de março) com uma atividade de leitura livre e expressiva de poemas, dando assim continuidade à atividade realizada no Dia dos Namorados: “Maratona do Amor”.

Tal como na “Maratona do Amor”, alunos, professores e assistentes operacionais participaram com bastante entusiasmo, havendo sempre turmas no espaço da BE e voluntários para que a leitura fosse contínua e o silêncio não substituísse as palavras.

Chegámos “cansados”, mas felizes, pois a meta foi atingida com o prazer das leituras e com a certeza de que nasceram novos leitores! 



Dia Mundial da Poesia 2022 - Kizoa Movie Maker

Semana dos Media: BE - ESPAB EXTRA

 

9 de maio de 2022

Um Livro, Uma Comunidade

 




4 de maio de 2022

Dia Mundial da Língua Portuguesa - Atividades

As bibliotecas escolares do Alentejo Litoral decidiram assinalar o Dia Mundial da Língua Portuguesa com duas atividades conjuntas.

Assim, para que possam participar, partilho

- o link do Quizizz "Provérbios Portugueses", elaborado pela equipa das Bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Prof. Arménio Lança. 

https://quizizz.com/join?gc=035363 ou colocar o código 035363


- o link para participar no Mentimeter - A minha palavra portuguesa preferida elaborado pela equipa do Agrupamento de Escolas de Santiago do Cacém.

 https://www.menti.com/4nhm5f9umh    (a alternativa é entrar em www.menti.com e digitar o código 4629 7899)




Dia Mundial da Língua Portuguesa

 


3 de maio de 2022

Peace in Ukraine

Trabalho voluntário dos alunos da turma do 11.º A e da professora de Inglês e que pretende, de uma maneira simples, demonstrar a nossa solidariedade em relação ao povo ucraniano.

                

2 de maio de 2022

Protejo de Educação sexual - 10.º E

Na realização do projeto foram trabalhados conteúdos no âmbito das disciplinas de Cidadania, História A, Português Filosofia e Inglês.

 

Criado com o Padlet

29 de abril de 2022

Trabalhos realizados pelos alunos do 11.º D, no âmbito da disciplina de História A, orientados pela professora Maria José Amaral.


  

18 de abril de 2022

Sugestões de Leitura para a Tertúlia Literária de Maio


Apresentam-se algumas sugestões de leitura, de entre as muitas possíveis, para a próxima tertúlia literária a realizar no dia 25 de  maio, Dia de África.

Outras escolhas serão bem vindas, desde que cumpram o critério definido pelos participantes na última sessão, isto é, livro escrito por uma autora nascida em África.

Cada tertuliante é livre de optar! O importante é mesmo LER uma obra de Literatura Africana no Feminino.

(Para facilitar a leitura, abram o documento nos 3 pontos.)

9 de abril de 2022

Apresentação do Livro Murro no Estômago de Paulo Jorge Pereira




Abril é o Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância e Juventude


A Biblioteca escolar, para assinalar esta efeméride, convidou o escritor Paulo Pereira para uma apresentação do seu último livro 𝑴𝒖𝒓𝒓𝒐 𝒏𝒐 𝑬𝒔𝒕ô𝒎𝒂𝒈𝒐 (Editora 20I20/Influência, 2020) que apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas (são 7 testemunhos de mulheres relatados na primeira pessoa, seguidos de depoimentos de especialistas).
Ao longo da conversa muito esclarecedora e importante, porque é cada vez mais premente que se fale abertamente desta temática, abordou-se a violência contra as mulheres, contra os filhos e a violência no namoro, bem como de outros assuntos relacionados com o livro e em resposta a algumas questões colocadas pelos alunos.
Estiveram presentes cerca de 90 alunos acompanhados pelos seus professores.

O encontro iniciou com um momento musical magnificamente interpretado pelo quarteto de cordas (alunos do 10.º e 11.º anos - Beatriz, Diana, Narcis e Tuliana) a quem muito agradeço a disponibilidade e a atuação. Foram brilhantes.

De seguida, Ana Zorrinho, convidada especial, leu maravilhosamente o primeiro testemunho "Alice", servindo de mote para a apresentação do livro pelo autor. Obrigada, Ana, isto foi apenas o princípio de uma bela parceria...

Ao Paulo agradeço a sua disponibilidade e gentileza, se não me tivesse contactado, este encontro não teria acontecido. E como já foi referido, é importante falar deste assunto, é importante contar as histórias destas e de todas as mulheres para "que mais ninguém sofra."


Aproveito ainda para divulgar o blogue https://www.livroslidos.pt/ de Paulo Pereira. Se gostam de ler, enviem a vossa leitura (vejam no blogue como o podem fazer); se gostam apenas de ouvir ler os outros, lá encontrarão muitas leituras.





















Interculturalidade


Quinta-feira, 7 de abril, a Interculturalidade esteve em destaque na escola, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, em articulação com a Biblioteca Escolar e a Associação Caboverdiana de Sines e Santiago do Cacém.

No período da manhã e na sala polivalente, os alunos do 8.º ano acompanhados pelos docentes da disciplina apresentaram os trabalhos desenvolvidos nas aulas.
Houve ainda um momento de conversa e de esclarecimentos sobre os refugiados, tema particularmente pertinente e atual, dinamizado pelos nossos três convidados e parceiros da Associação Caboverdiana, a Ana, a Elisabete e o Crisanto que mantiveram os alunos atentos e participativos ao longo da atividade. Partindo de um Kahoot, os alunos discutiram, refletiram e responderam às vinte questões colocadas.

No período da tarde, realizou-se um jogo de futebol seguido de um lanche.