Divulgação e partilha de atividades, eventos, leituras, projetos, escrita criativa, novas aquisições para o fundo documental, ligações a sítios na web, artigos de interesse, ...
24 de junho de 2016
17 de junho de 2016
9 de junho de 2016
12 de maio de 2016
Semana dos Média /media Week - Inquérito de satisfação
Terminada a atividade Semana dos Média/ Media Week, realizada de 2 a 9 de maio, falta concretizar a avaliação.
Mais uma vez, apelamos à vossa colaboração! Disponibilizem 5 minutos e acedam ao questionário através da seguinte ligação:
Semana dos Média / Media Week
No âmbito da Semana dos Media/Media Week, assinalada entre os dias 3 e 9 de maio, realizaram-se, na Biblioteca Escolar, três sessões de apresentação dos trabalhos elaborados pelos alunos do 10.º ano aos alunos do 8.º ano.
Os trabalhos incidiram sobre o uso dos ‘Social Media’, especificamente no que respeita à sua utilização como veículo de transmissão e tomada de conhecimento sobre os mais variados assuntos mediáticos e sociais.
Na Biblioteca Escolar, esteve também disponível um PowerPoint que permitiu a visualização de todos os trabalhos realizados pelos alunos.
1 de maio de 2016
26 de abril de 2016
42 anos de Abril
Os 42 anos de abril foram assinalados na escola com duas atividades:
- Exposição na biblioteca escolar
- Momento cultural com leitura de poema de Manuel Alegre e canto e acompanhamento musical de 3 canções, uma de Bob Dylan e duas de José Afonso.
Apresentação powerpoint:
Filme (clicar na imagem)
Filme (clicar na imagem)
No final da sessão foram distribuídos alguns cravos aos alunos participantes, elaborados pela equipa da BE.
18 de abril de 2016
15 de abril de 2016
13 de abril de 2016
Semana da Leitura - Inquérito de Satisfação
Terminadas as atividades no âmbito da "Semana da leitura" realizadas de 14 a 18 de março e após a publicação da retrospetiva fotográfica, do vídeo referente ao LCD - O Cavaleiro da Dinamarca e da leitura expressiva do conto de Ondjaki, falta concretizar a avaliação.
Mais uma vez, apelamos à vossa colaboração! Disponibilizem 5 minutos do vosso precioso tempo!
Acedam ao questionário através da seguinte ligação:
https://docs.google.com/forms/d/1Z7BS0ylkj20G5CUKcSx48fRKgHowkHN9ZP8MOcti8lw/viewform
https://docs.google.com/forms/d/1Z7BS0ylkj20G5CUKcSx48fRKgHowkHN9ZP8MOcti8lw/viewform
A equipa da BE, agradece!
Muitas e Boas Leituras!!!!
11 de abril de 2016
5 de abril de 2016
4 de abril de 2016
Dia do francês - inquérito de satisfação
Disponibiliza-se o link que dá acesso ao inquérito de satifação da atividade "Jour du Français" realizada no dia 10 de março.
https://docs.google.com/forms/d/1VBHWNtW4clUZPFzZz94Cg2wzY_HKPzgAKIR61znrvGQ/viewform
As professoras de francês agradecem a vossa participação.
1 de abril de 2016
Ler, Criar, Dramatizar - LCD
APRESENTAÇÃO DA ADAPTAÇÃO DA OBRA
"SERMÃO DE SANTO ANTÓNIO AOS PEIXES"
4 de abril | 19h00 | Centro de Artes de Sines (auditório)
Os alunos da Escola Secundária Poeta Al Berto apresentam uma adaptação da obra "Sermão de Santo António aos Peixes", do Padre António Vieira, no auditório do Centro de Artes de Sines, no dia 4 de abril, pelas 19h00. A entrada é livre.
O projeto é fruto da residência artística realizada pelos alunos no Centro de Artes de Sines, entre 28 de março a 1 de abril de 2016, sob a orientação da equipa técnica do Serviço Educativo e Cultural do Centro de Artes de Sines.
Participantes:
Carolina Castro- 10ºA
Guilherme Chalupa- 11ºA
Inês Póvoas - 11º C
Marta Ramalho - 9º B
Martim Simões - 11ºA
Mariana Plácido - 11º A
Tomás Afonso - 11ºA
21 de março de 2016
Dia Mundial da Poesia
in "30 aniversário do CCEN -Três Décadas: Diálogos Intemporais."
V
Ele murmura:
deixemos o sonho para quando os corpos se perderem
no excesso das imagens ou na sua irritação
eles simulam o amor
um olhar rápido pelo lugar abandonado
pressente-se ainda a fuga dos corpos
na aragem que limpa a casa
a memória poderá reconstruir tudo a partir das imagens
e do intenso cheiro a mato
por agora nada mais é visível
...azul e mais azul e nenhuma mudança na paisagem
nenhum vestígio
as luzes apagaram-se o material foi guardado
o lugar adormece por baixo do bolor imutável
e no esquecimento
os actores caminham para o fim do filme
um gravador esquecido
regista os passos que se afastam devagar
não sabemos ao certo para onde
11 de março de 2016
8 de março de 2016
Dia Internacional da Mulher
O mar dos meus olhos
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma
Sophia de Mello Breyner Andresen, in Obra Poética
7 de março de 2016
1 de março de 2016
Projeto MILD: Manual de Instruções para a Literacia Digital
No dia 24 de fevereiro, um grupo de alunos do 11.º e 12.º anos realizou um pré-teste no âmbito do projeto MILD, de forma a permitir melhorá-lo e desenvolvê-lo numa fase seguinte. Os alunos navegaram pela plataforma e responderam a várias questões de três áreas distintas: Leitura digital, Tecnologias e Media, Cidadania.
Este projeto, apoiado pela RBE e pela Fundação Calouste Gulbenkian, visa criar uma plataforma com conteúdos, estratégias e atividades que ajudem a uma utilização mais qualificada dos atuais ambientes digitais pelos alunos do ensino secundário.
29 de fevereiro de 2016
Reutilizar Manuais Escolares
No âmbito da atividade "Reutilizar Manuais Escolares", a biblioteca escolar recolhe livros escolares usados.
Os manuais adotados na escola ficam na biblioteca para empréstimo aos alunos.
Os manuais antigos e não adotados são entregues a associações/campanhas de solidariedade. Este ano optámos pela campanha "Papel por alimentos" do Banco Alimentar.
A primeira remessa já foi entregue como se pode ver nas fotografias.
Participa na campanha de recolha de manuais escolares usados. Entrega os teus na Biblioteca Escolar.
Dia da Internet Mais Segura
No dia 9 de fevereiro, comemorou-se o Dia da Internet Mais Segura. Anteriormente, e em contexto de sala de aula, sob orientação do professor de TIC, os alunos das três turmas do 8.º ano, produziram, cartazes e/ou folhetos utilizando o Publisher,
A Biblioteca Escolar (BE), em articulação com o professor da disciplina, selecionou alguns folhetos para publicação no blogue e selecionou imagens para a produção do powerpoint - "Pensar antes de publicar".
No dia 11 e 14 de fevereiro, as turmas do 8.º ano deslocaram-se com o professor de TIC à BE para visualizarem, três pequenos filmes alusivos à temática e uma apresentação em powerpoint com dez situações de alertas. Foi-lhes pedido que, em grelha própria (aqui) comentassem as imagens referentes às nove situações. À medida que as situações iam sendo apresentadas, os alunos trocavam opiniões entre si e tiravam dúvidas com o professor.
Foram aulas diferentes e mais dinâmicas, todos os alunos se envolveram nas discussões e na resolução das atividades propostas.
Alguns exemplos de comentários redigidos pelos alunos em grupos de 2 ou 3:
Situação 1:
"Segundo a imagem, antes de publicarmos algo, devemos pensar muito bem no que vamos escrever ou publicar..."
" Temos de pensar antes de publicar, pois temos de ter em mente que as pessoas irão ver a nossa publicação."
Situação 2:
"Não devemos confiar em pessoas que não conhecemos pessoalmente."
"Não devemos marcar encontros, nem partilhar nada sem saber quem é verdadeiramente a outra pessoa."
Situação 3:
"Não devemos acreditar em tudo o que nos é dito na internet."
"Nem tudo o que está nas redes sociais é real."
Situação 4:
"Não deves dar os teus dados pessoais , sem confirmares se é fiáve.l"
"Não podemos dar os nossos dados pessoais pois podem ser causa de phishing."
"O perigo de usar contas de bancos e preenchimento de formulários na internet."
Situação 5:
"Não devemos dar nem por informações na internet sobre terceiros."
"Existem regras na internet. Se queres ser respeitado, deves também respeitar os outros."
Situação 6:
"Ciberbullying consiste em humilhar, criticar, expor os outros fazendo-os sentir mal".
"Não se deve fazer ciberbullying porque cada um tem o direito de ser como é."
"Não devemos fazer ciberbullying e se o sofrermos, devemos falar com um adulto de confiança."
Situação 7:
"As redes sociais afastam as pessoas, pois em vez de comunicarem pessoalmente, comunicam pelas redes socias, assim perdendo o afeto."
"Não deixes que as redes sociais te afastem das pessoas."
Situação 8:
"As informações pessoais colocadas na internet podem ser utilizadas por outras pessoas para causar mal."
"Não deves colocar fotos íntimas e vídeos nas redes sociais."
"Os pais das crianças publicam fotos e informações dos seus filhos sem ter noção de quem as vê."
Situação 9:
"Não entres em sites não seguros."
"Não devemos abrir mensagens, emails que não conhecemos."
Situação 10:
"Nunca divulgues a tua localização, nem se sais dela."
"Partilhar informações pessoais pode ter consequências negativas."
"A Ana está a dizer, a possíveis assaltantes que a sua casa vai ficar sem ninguém. Má ideia."
21 de fevereiro de 2016
Lamento para a língua portuguesa
não és mais do que as outras, mas és nossa,
e crescemos em ti. nem se imagina
que alguma vez uma outra língua possa
pôr-te incolor, ou inodora, insossa,
ser remédio brutal, mera aspirina,
ou tirar-nos de vez de alguma fossa,
ou dar-nos vida nova e repentina.
mas é o teu país que te destroça,
o teu próprio país quer-te esquecer
e a sua condição te contamina
e no seu dia a dia te assassina.
mostras por ti o que lhe vais fazer:
vai-se por cá mingando e desistindo,
e desde ti nos deitas a perder
e fazes com que fuja o teu poder
enquanto o mundo vai de nós fugindo:
ruiu a casa que és do nosso ser
e este anda por isso desavindo
connosco, no sentir e no entender,
mas sem que a desavença nos importe
nós já falamos nem sequer fingindo
que só ruínas vamos repetindo.
talvez seja o processo ou o desnorte
que mostra como é realidade
a relação da língua com a morte,
o nó que faz com ela e que entrecorte
a corrente da vida na cidade.
mais valia que fossem de outra sorte
em cada um a força da vontade
e tão filosofais melancolias
nessa escusada busca da verdade
e que a ti nos prendesse melhor grade.
bem que ao longo do tempo ensurdecias,
nublando-se entre nós os teus cristais,
e entre gentes remotas descobrias
o que não eram notas tropicais
mas coisas tuas que não tinhas mais,
perdidas no enredar das nossas vias
por desvairados, lúgubres sinais,
mísera sorte, estranha condição,
em que, por nos perdermos, te perdias.
neste turvo presente tu te esvais,
por ser combate de armas desiguais.
matam-te a casa, a escola, a profissão,
a técnica, a ciência, a propaganda,
o discurso político, a paixão
de estranhas novidades, a ciranda
da violência alvar que não abranda
entre rádios, jornais, televisão.
e toda a gente o diz, mesmo essa que anda
por tempos de ignomínia mais feliz
e o repete por luxo e não comanda,
com o bafo de hienas dos covis,
mais que uma vela vã nos ventos panda
cheia do podre cheiro a que tresanda.
foste memória, música e matriz
de um áspero combate: apreender
e dominar o mundo e as mais subtis
equações em que é igual a xis
qualquer das dimensões do conhecer,
dizer de amor e morte, e a quem quis
e soube utilizar-te, do viver,
do mais simples viver quotidiano,
de ilusões e silêncios, desengano,
sombras e luz, risadas e prazer
e dor e sofrimento, e de ano a ano,
passarem aves, ceifas, estações,
o trabalho, o sossego, o tempo insano
do sobressalto a vir a todo o pano,
e bonanças também e tais razões
que no mundo costumam suceder
e deslumbram na só variedade
de seu modo, lugar e qualidade,
e coisas certas, inexactidões,
venturas, infortúnios, cativeiros,
e paisagens e luas e monções,
e os caminhos da terra a percorrer,
e arados, atrelagens e veleiros,
pedacinhos de conchas, verde jade,
doces luminescências e luzeiros,
que podias dizer e desdizer
no teu corpo de tempo e liberdade.
agora que és refugo e cicatriz
esperança nenhuma hás-de manter:
o teu próprio domínio foi proscrito,
laje de lousa gasta em que algum giz
se esborratou informe em borrões vis.
de assim acontecer, ficou-te o mito
de seres de vastos, vários e distantes
mundos que serves mal nos degradantes
modos de nós contigo. nem o grito
da vida e do poema são bastantes,
por ser devido a um outro e duro atrito
que tu partiste até as próprias jantes
nos estradões da história: estava escrito
que iam desconjuntar-te os teus falantes
na terra em que nasceste. eu acredito
que te fizeram avaria grossa.
não rodarás nas rotas como dantes,
quer murmures, escrevas, fales, cantes,
mas apesar de tudo ainda és nossa,
e crescemos em ti. nem imaginas
que alguma vez uma outra língua possa
pôr-te incolor, ou inodora, insossa,
ser remédio brutal, vãs aspirinas,
ou tirar-nos de vez de alguma fossa,
ou dar-nos vidas novas repentinas.
enredada em vilezas, ódios, troça,
no teu próprio país te contaminas
e é dele essa miséria que te roça.
mas com o que te resta me iluminas.
passarem aves, ceifas, estações,
o trabalho, o sossego, o tempo insano
do sobressalto a vir a todo o pano,
e bonanças também e tais razões
que no mundo costumam suceder
e deslumbram na só variedade
de seu modo, lugar e qualidade,
e coisas certas, inexactidões,
venturas, infortúnios, cativeiros,
e paisagens e luas e monções,
e os caminhos da terra a percorrer,
e arados, atrelagens e veleiros,
pedacinhos de conchas, verde jade,
doces luminescências e luzeiros,
que podias dizer e desdizer
no teu corpo de tempo e liberdade.
agora que és refugo e cicatriz
esperança nenhuma hás-de manter:
o teu próprio domínio foi proscrito,
laje de lousa gasta em que algum giz
se esborratou informe em borrões vis.
de assim acontecer, ficou-te o mito
de seres de vastos, vários e distantes
mundos que serves mal nos degradantes
modos de nós contigo. nem o grito
da vida e do poema são bastantes,
por ser devido a um outro e duro atrito
que tu partiste até as próprias jantes
nos estradões da história: estava escrito
que iam desconjuntar-te os teus falantes
na terra em que nasceste. eu acredito
que te fizeram avaria grossa.
não rodarás nas rotas como dantes,
quer murmures, escrevas, fales, cantes,
mas apesar de tudo ainda és nossa,
e crescemos em ti. nem imaginas
que alguma vez uma outra língua possa
pôr-te incolor, ou inodora, insossa,
ser remédio brutal, vãs aspirinas,
ou tirar-nos de vez de alguma fossa,
ou dar-nos vidas novas repentinas.
enredada em vilezas, ódios, troça,
no teu próprio país te contaminas
e é dele essa miséria que te roça.
mas com o que te resta me iluminas.
Vasco Graça Moura (1942-2014)
16 de fevereiro de 2016
Vencedor no Concurso Liberdade de Expressão e Redes Sociais 2015
Concurso Liberdade de Expressão e Redes Sociais 2015
SIC Esperança e Rede de Bibliotecas Escolares
1.º lugar na categoria Ensino Secundário
Título: Não alinhes
Autores: Jéssica Silva, Pedro Rodrigues, Paulo Guimarães, Cátia Cunha, Helena Rocha
Professor responsável: Pedro Ferreira, Dalila Durães
Escola Secundária de Caldas das Taipas, 2015
14 de fevereiro de 2016
Dia de S. Valentim
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
...
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
...
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas).
21-10-1935
Poesias de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).
1ª publ. in Acção, nº41. Lisboa: 6-3-1937.
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas).
21-10-1935
Poesias de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).
1ª publ. in Acção, nº41. Lisboa: 6-3-1937.
9 de fevereiro de 2016
Dia da Internet Segura 2016: cartazes e folhetos realizados pelos alunos
Elaboração de cartazes e folhetos pelos alunos do 8.º ano, na aula de TIC para assinalar o dia da Internet Segura (alguns exemplos).
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