A sessão com o escritor João Tordo foi adiada. (a nova data será brevemente agendada)
Divulgação e partilha de atividades, eventos, leituras, projetos, escrita criativa, novas aquisições para o fundo documental, ligações a sítios na web, artigos de interesse, ...
24 de março de 2017
21 de março de 2017
Dia Mundial da Poesia
2
será feita de aves a primeira sensação da manhã
ser-nos-ão concedidos o dom do voo e do sonho permanente
juntos descobriremos a fonte do nocturno bosque
e a sabedoria do estritamente necessário
despojar-nos-emos dos corpos
dos objectos acumulados na memória
do sonho e do ouro utópico chegará a metamorfose
o tempo será rigorosamente prolongado a cada enxertia dos pomares
da mesma árvore derramar-se-ão frutos diferentes
quando os dias se tornarem mais nítidos
o regresso é demorado
avança manhã adiante
com o crescimento das mãos e da sageza
Al Berto, O Medo
será feita de aves a primeira sensação da manhã
ser-nos-ão concedidos o dom do voo e do sonho permanente
juntos descobriremos a fonte do nocturno bosque
e a sabedoria do estritamente necessário
despojar-nos-emos dos corpos
dos objectos acumulados na memória
do sonho e do ouro utópico chegará a metamorfose
o tempo será rigorosamente prolongado a cada enxertia dos pomares
da mesma árvore derramar-se-ão frutos diferentes
quando os dias se tornarem mais nítidos
o regresso é demorado
avança manhã adiante
com o crescimento das mãos e da sageza
Al Berto, O Medo
20 de março de 2017
Dia do Francês
Amanhã dia 21, assinala-se com várias atividades o, já habitual, "Jour du Français" na ESPAB. Como coincide com o "Dia da Árvore", os alunos poderão visualizar, na BE, o filme francês "O homem que plantava árvores". Há venda de produtos franceses no bar da Escola e no intervalo grande da manhã, uma turma vai à sala de professores cantarolar uma canção francesa. Como, este ano, o tema é Solidariedade/ Solidarité, os alunos estão a recolher produtos de higiene e bens alimentares para doarem a famílias carenciadas.
Colabora nesta campanha e entrega os produtos na BE!
24 de fevereiro de 2017
15 de fevereiro de 2017
Olimpíadas da Língua Portuguesa (5.ª Edição)
As Olimpíadas da Língua Portuguesa são um projeto iniciado na Direção-Geral da Educação (DGE), no ano letivo de 2012/2013, em parceria com o Agrupamento de Escolas Aurélia de Sousa (AE Aurélia de Sousa) e a Associação de Professores de Português (APP), tendo em vista incentivar o bom uso da língua portuguesa pelos alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário.
a) O escalão A para os alunos do 3.º ciclo do ensino básico;
b) O escalão B para os alunos do ensino secundário.
Seleção dos participantes:
Serão apurados para a 2.ª fase os alunos de cada escalão que, a nível regional, obtiverem no mínimo:
- 90 em 100 pontos, no escalão A;
- 180 em 200 pontos, no escalão B
Tipologia das provas: Na 1.ª fase, apenas por itens de seleção e, na 2.ª fase, por itens de seleção e por um item de construção (Produção textual).
Datas e local de realização:
1.ª fase - 10 de março, na escola
2.ª fase - nas Escolas Coordenadoras Regionais
2.ª fase - nas Escolas Coordenadoras Regionais
Serão atribuídos prémios aos três melhores classificados de cada escalão da 2.ª fase. Todos os participantes nesta fase terão direito a um diploma de participação.
Para mais informações/esclarecimentos, dirige-te à tua professora de português ou consulta aqui o Regulamento 2016-17.
English Olympiad 2017
No dia 8 de março vai decorrer a primeira prova da Olimpíada do Inglês. PARTICIPA!
Consulta o cartaz afixado na escola e publicado nesta mensagem, lê aqui o regulamento e
inscreve-te.
Para esclarecer qualquer questão/dúvida, dirige-te à tua professora de Inglês.14 de fevereiro de 2017
Dia dos Namorados (continuação)
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Álvaro de Campos, in "Poemas" (Heterónimo de Fernando Pessoa)
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Álvaro de Campos, in "Poemas" (Heterónimo de Fernando Pessoa)
______________________
Segunda-feira à tarde
Seria um mentiroso se não dissesse ainda
mais do que disse hoje na carta desta manhã dizer-te justamente a ti,
perante a qual posso falar tão livremente
como perante ninguém porque ainda ninguém
se pôs de tal modo ao meu lado como tu, consciente e
voluntariamente, apesar de tudo, apesar de tudo
(distingue o Apesar de Tudo do grande a Despeito de )
As mais belas das tuas cartas (e
isto é dizer muito, pois são,
no seu todo, quase linha por linha, o que de mais belo
aconteceu na minha vida) são aquelas
em que justificas o meu "medo" e
simultaneamente procuras explicar que não
tenho de o ter.Pois também eu, por muito que
às vezes pareça um defensor subornado
do meu medo, no fundo, o justifico provavelmente,
mais sou feito dele e ele talvez seja o que eu tenho de melhor. E já que ele é o
melhor de mim, talvez seja também a única coisa que te
agrada. Porque, de outro modo, que se poderia encontrar
em mim que fosse tão digno de ser amado. Isto é, no entanto, digno de ser amado.
(...)
in, Três Cartas a Milena Jesenská, Franz Kafka (edição fac-similada do manuscrito)
Dia dos Namorados
Três alunos do ensino básico, mais concretamente da turma A do 7.º ano, responderam ao desafio promovido pela Biblioteca Municipal "Será que Todas as Cartas de Amor são Ridículas?" e escreveram as seguintes cartas que aqui publicamos:
Para além desta iniciativa, uma aluna quis mostrar os seus desenhos, alusivos ao tema e montámos uma pequena amostra dos mesmos, na BE, que também publicamos para partilhar com todos os apaixonados e não só!...
De: Tiago Silva
Para: Joana Ferreira
Oi Joana,
Como vais? Já estou com saudades tuas! Quando é que vens cá a Sines?
Eu estou a escrever esta carta para te dizer uma coisa que tenho guardada comigo há já algum tempo. Sabes que eu sempre fui uma pessoa direta, então:
Eu gosto de ti! Sim leste bem.
Quando gostavas de mim, eu não aproveitei, e agora… Agora estou a enviar-te esta carta, na esperança de que a tua paixão volte. Nunca pensei chegar a este ponto, mas aconteceu. Ainda recordo aqueles dias em que andavas atrás de mim e eu fingia não ver. Eu até apreciava saber que alguém me dava importância. Mas agora está tudo ao contrário, e eu sem ti.
Espero que respondas e que faças reviver o sentimento de outros tempos.
Beijos,
Tiago
______________
Florença, 8 de abril de 1305
Cara Beatriz,
Desde que te vi, pela primeira vez, naquela rua em Florença, percebi que estava apaixonado.
Quando passava na rua com seus olhos verdes e brilhantes lindos, seu pescoço alto e fino, cabelos leves e loiros, trémulos sob a brisa, caminhando com ar tão puro, tão grave e honesto deixava-me impressionado, feliz, estupefacto…
Quando faleci fiquei atormentado durante anos, cometi loucuras e erros para tentar esquecer esse desgosto, mas tudo em vão.
Até que no dia 8 de abril, numa sexta-feira santa, do ano 1300, perdi-me numa floresta escura e selvagem. Após encontrar vários animais, olhei à minha volta e vi uma sombra, chamei-a para me ajudar e ela respondeu-me que se tratava da sombra de Virgílio, o poeta morto há mais de mil anos e que vinha da tua parte para me guiar até ao lugar onde me esperavas.
Segui-o passámos por vários locais sombrios do Inferno até chegar ao Paraíso Terrestre e foi quando te voltei a ver.
Senti-me de novo impressionado, feliz e estupefacto, não acreditava no que os meus olhos viam!
Seria verdade? Ou uma ilusão? O que é certo, é que te vi!
Cumpri a tua vontade e escrevi um livro sobre tudo o que vi intitulado de “Divina comédia” e ensinei os homens a detestarem o mal e a desejarem o bem!
Muitos não acreditam nesta história extraordinária, mas todos os dias recordo como se tivesse sido ontem toda a aventura que tive, recordo com clareza todos os teus traços e sinto saudades.
Espero que esta carta um dia possa chegar ate ti.
Cumprimentos.
Dante
_________________10 de fevereiro de 2017
Dia da Internet mais Segura
Este ano para assinalar o Dia da Internet Mais Segura (7 de fevereiro), a Biblioteca Escolar (BE), em articulação com os professores da disciplina de TIC, contactou a Microsoft para que promovesse uma sessão de sensibilização para uma utilização mais segura da Internet.
Assim, na segunda-feira, dia 6, as quatro turmas do 8.º ano deslocaram-se com o professor de TIC à BE para assistirem à sessão apresentada por uma colaboradora da empresa e por coincidência uma ex-aluna da nossa escola, Jéssica Catarino (a quem agradecemos o seu desempenho).
Foram aulas diferentes e um pouco mais dinâmicas. Os alunos envolveram-se nas discussões promovidas quer pela colaboradora quer pelos professores presentes.
No final preencheram um pequeno inquérito de satisfação (publicamos o resultado da avaliação) e receberam brindes oferecidos pela Microsoft.
Retrospetiva fotográfica:
7 de fevereiro de 2017
6 de fevereiro de 2017
3 de fevereiro de 2017
Dia Internacional das Vítimas de Holocausto (27 de fevereiro)
Para assinalarmos esta data, a BE preparou uma exposição alusiva ao tema com imagens, livros e filmes.
Os docentes de História, em parceria com o Centro de Artes de Sines, articularam três atividades:
- "Conta-me Histórias... daquilo que eu não li". No dia 23 de fevereiro, na biblioteca os alunos das turmas do 9.º ano ouviram a "História de Érika". Trata-se de uma história comovente de uma sobrevivente. Os alunos das duas turmas do curso vocacional também assistiram a esta atividade.
- Exibição do filme "Que a tua Lembrança seja Amor - A História de Ovadia Baruch". O filme conta a história de amor e de sobrevivência em Auschwitz e o posterior reencontro de ambos (Ovadia e Aliza conheceram-se no campo quando eram prisioneiros).
- Exposição "Desenhos e Grafites sobre o Holocausto", de José Bravo Rosa, composta por 15 quadros alusivos ao tema.
Os alunos do 9.º ano e os alunos de História do secundário participaram nestas duas atividades que se realizaram no CAS, no dia 3 de fevereiro.
1 de fevereiro de 2017
19 de janeiro de 2017
18 de janeiro de 2017
Recital de poesia centrado na obra de Al Berto
Este ano completam-se 20 anos da morte do nosso patrono. Esta é a primeira, de várias realizações artísticas, que o Município de Sines irá desenvolver ao longo do ano para evocar a memória de Al Berto.
Participem!!!
Participem!!!
Um Livro, uma Comunidade
Apresentamos o segundo livro da atividade e a tertúlia realizar-se-á no dia 29 de março,integrando a Semana da Leitura.
Boas leituras!
11 de janeiro de 2017
3 de janeiro de 2017
25 de dezembro de 2016
Feliz Natal!
Dia de Natal
Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros – coitadinhos – nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.
Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.
De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?)
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)
Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente acotovela, se multiplica em gestos esfuziante,
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.
Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.
Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
E como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.
A oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra – louvado seja o Senhor! – o que nunca tinha pensado comprar.
Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.
Cada menino abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora já está desperta.
De manhãzinha
salta da cama,
corre à cozinha em pijama.
Ah!!!!!!!
Na branda macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.
Jesus,
o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho
do Pedrinho
uma metralhadora.
Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
Já está!
E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam
que caíam
crivados de balas.
Dia de Confraternização Universal,
dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.
António Gedeão, in 'Antologia Poética'
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros – coitadinhos – nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.
Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.
De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?)
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)
Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente acotovela, se multiplica em gestos esfuziante,
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.
Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.
Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
E como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.
A oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra – louvado seja o Senhor! – o que nunca tinha pensado comprar.
Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.
Cada menino abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora já está desperta.
De manhãzinha
salta da cama,
corre à cozinha em pijama.
Ah!!!!!!!
Na branda macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.
Jesus,
o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho
do Pedrinho
uma metralhadora.
Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
Já está!
E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam
que caíam
crivados de balas.
Dia de Confraternização Universal,
dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.
António Gedeão, in 'Antologia Poética'
7 de dezembro de 2016
Retrospetiva - Olhares sobre Al Berto
Este ano, a atividade "Olhares sobre Al Berto" teve como convidado o realizador Vicente Alves do Ó. O seu olhar incidiu sobretudo na realização do filme que o mesmo está a produzir neste momento, sobre o patrono da escola.
Foi uma abordagem diferente e muito interessante. Todos aprendemos muito sobre o mundo das filmagens, desde a escrita do guião até à produção final e sobretudo sobre o Al Berto.
5 de dezembro de 2016
Feira do livro
À semelhança de anos anteriores, a biblioteca escolar promoveu mais uma edição da Feira do Livro. Este ano também contámos com o apoio da Livraria A Das Artes.
A equipa agradece a presença dos alunos, professores, funcionários e encarregados de educação.
A equipa agradece a presença dos alunos, professores, funcionários e encarregados de educação.
20 de novembro de 2016
14 de novembro de 2016
Feira do livro - 21 a 29 novembro 2016
Este ano realiza-se uma nova edição da Feira do Livro integrada, na Semana da Escola. Estão desde já convidados. Apareçam na Biblioteca Escolar!
11 de novembro de 2016
10 de novembro de 2016
Retrospetiva fotográfica MIBE
Publica-se a retrospetiva das atividades desenvolvidas no âmbito do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.
8 de novembro de 2016
Resultados da atividade "Conhecer a BE"
Nos dias 21 e 31, as cinco turmas do 7.º ano participaram na atividade proposta pela biblioteca escolar.
Para conhecerem um pouco melhor a biblioteca, os alunos tinham como tarefa responder a um questionário de 20 perguntas. Os alunos constituíram grupos e através de um tablet acederam ao blogue da biblioteca onde estava publicado o link do questionário " Conhecer A BE da ESPAB".
Os vencedores, por turma, foram os seguintes:
7.º A - grupo constituído por Érica Silva, Ana Margarida Correia - 15 pontos
7.º B - grupo constituído por Andrea Preda, Brisseise Carvalho e Janina Sztan- 17 pontos
7.º C - grupo constituído por Carolina Saramago e Ana Marta Faustino- 17 pontos
7.º D - grupo constituído por Daniela Ramos, Adriana Matias, e Maria Pina - 18 pontos
7.º E - grupo constituído por Daniela Leu e Cláudia Custódio - 18 pontos
O questionário apresentava duas questões que permitiram avaliar o grau de dificuldade da atividade e o grau de satisfação dos alunos. Assim, num universo de 45 respostas o resultado foi o seguinte:
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